Fev 22

Nesta segunda-feira (19), dirigentes do STIG Barueri/Osasco estiveram ativos no Dia Nacional de Mobilização Contra a Reforma da Previdência. Durante a manhã, o Sindicato realizou panfletagem em frente à estação da CPTM de Barueri do material "Se botar para votar, o Brasil vai parar", com o chamamento das centrais sindicais para a mobilização dos trabalhadores e resistência contra a reforma da Previdência. O trabalho de conscientização e mobilização da população aconteceu também em frente à agência de INSS da cidade, onde o material continuou sendo entregue. Durante a tarde, engrossaram a voz das mais de 20 mil pessoas que ocuparam a Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, em protesto contra a reforma proposta pelo governo Temer. No mesmo dia, o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Eunício Oliveira, determinou a suspensão da tramitação das propostas de emenda à Constituição, atingindo 190 propostas em andamento da Casa, como a reforma da Previdência. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Fev 22

A juíza Cristiane Kawanaka, do posto avançado da Justiça do Trabalho de Campinas em Valinhos, município da gráfica Discopel, condenou a empresa por descumprir diversos direitos (cesta básica, PLR, multas por atraso salarial, verbas rescisórias e muito mais) de um dos seus gráficos que procurou o apoio jurídico do Sindicato da classe (Sindigráicos). Mas, neste caso, a magistrada ainda penalizou a gráfica por sua má-fé diante do descaso no processo, inclusive o não comparecimento na audiência da última quinta-feira (15). Nos autos, dentre a série de irregularidades da gráfica, verificou-se que até o FGTS não era depositado desde 2015. Diante deste desrespeito e abandono da empresa até na esfera judicial, mesmo com ampliação da pena à sentença do processo, o qual seguiu para fase dos cálculos, ultrapassando R$ 55 mil, os demais gráficos da Discopel podem estar correndo sério risco de perderem tudo se também não buscarem logo a Justiça. Porque a verificada irresponsabilidade da empresa já pode denotar uma insegurança quanto à sua continuidade. Afinal, não faz sentido algum para qualquer empresa, e esta em especial que um sócio deixou o negócio, abandonar literalmente seus interesses. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Fev 22

O STIG Taubaté realizará no dia 25 de Fevereiro de 2018, às 09:00h, na Rua Bispo Rodovalho, 26 – 3.º Andar – Centro – Taubaté-SP, assembleia com a categoria para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: I. Discussão e aprovação das formalidades legais para a cobrança e desconto da contribuição sindical obrigatória (Art. 8º e art. 149 da Constituição Federal), prevista nos arts. 545 a 610 da CLT, com as alterações promovidas pela Lei n. 13.467/2017 (autorização prévia e expressa da categoria); II. Deliberação acerca de procedimentos a serem adotados, inclusive quanto à notificação aos respectivos empregadores, na forma do art. 545 da CLT, e, ainda, para os casos previstos no art. 602 da CLT. LEIA MAIS 

FONTE: STIG TAUBATÉ

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Fev 22

Quem acompanha o trabalho do Sindicato sabe que ele sempre esteve à frente das necessidades da categoria gráfica. Esse compromisso resultou em muitas conquistas e direitos para todos os trabalhadores gráficos do ABC. Mas agora você corre o sério risco de, em breve, perder todas essas conquistas. Por que? Com a reforma trabalhista o Sindicato corre o risco de desaparecer... Que ninguém se engane. As reformas que o governo vem aprovando no Congresso Nacional estão a serviço dos interesses do grande capital e como parte estratégica para acabar com os direitos dos trabalhadores, os sindicatos estão sendo fortemente atacados. Sem sindicato, é mais fácil impor a exploração sem limites da nossa força de trabalho. Fica cada vez mais fácil terceirizar, aumentar a jornada, impor o contrato intermitente, e precarizar as condições de saúde e segurança no ambiente de trabalho. LEIA MAIS 

FONTE: STIG ABC

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Fev 21

Mal começara a semana para gráficos paulistas e demais categorias no estado iniciarem os seus protestos contra políticos aliados de Temer e promoverem sua mobilização junto à classe trabalhadora contra o início do debate sobre a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, ora anunciada antes pelo governo federal. A fim de evitar o fim do direito à aposentadoria dos trabalhadores, se aprovarem a reforma, o Sindicato dos Gráficos (STIG) da Baixada Santista reuniu-se, ainda no sábado, ao movimento sindical da região e protestou em Santos, na frente da casa do vice-líder do governo na Câmara, Beto Mansur (PRB). Neste mesmo objetivo, nesta segunda-feira (19), considerado o Dia Nacional de Luta, o STIG Barueri/Osasco e o movimento sindical desta área fazia o corpo a corpo com a população em estações de trem da região, pedindo que todos pressionassem os seus deputados para reprovarem tal reforma. Depois dos trens, foram até as unidades do INSS existentes na região.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual ambos os STIGs são filiados, conclama que os outros STIGs no estado encampem esta luta - vital para protegerem o direito dos gráficos se aposentarem. "Os trabalhadores, por sua vez, também precisam engrossar a pressão aos deputados indecisos e sobretudo contra os políticos apoiadores da reforma previdenciária de Temer, como Mansur e outros no estado", fala Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

Em Santos, por exemplo, o movimento sindical fez o ato no sábado perto da casa do Beto Mansur. "Teve até marchinha de Carnaval, atores e pernas de pau para chamar a atenção pública sobre quem é este político que defende lei para findar a aposentadoria. O mesmo que aprovou o fim dos direitos trabalhistas, apesar de denunciado pela PGR por sonegação fiscal e condenado por trabalho escravo", diz Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos.

Já na estação de trem em Barueri, o secretário-geral do STIG da região, Joaquim Oliveira e demais sindicalistas distribuíam aos usuários boletins sobre a necessidade de resistirem à reforma trabalhista. O ato ainda foi feito nas demais estações de diversas cidades desta região. A iniciativa, realizada anteontem, foi organizada na última semana pelo Comitê Contra Reforma da Previdência, formado pelo movimento sindical e os movimentos populares da área. "Acreditamos ter contribuído com o Dia Nacional de Luta, alertando a população sobre os malefícios da reforma, bem como sobre as propagandas enganosas do governo à respeito nos meios de comunicação", diz Oliveira, convocando o povo e reagir geral.

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