Mai 18

IBF anuncia chapas ecológicas
A Indústria Brasileira de Filmes (IBF), anunciou na Drupa, que aconteceu de 3 a 16 de maio, em Düsseldorf, na Alemanha, o lançamento de três novas chapas térmicas: Million SR, Ecoplate T e Direct T, sendo as duas últimas ecológicas. Segundo a empresa, Million SR se destaca por proporcionar alta resolução e suportar longas tiragens (500 mil sem necessidade de forno). Entre outras características, como não ablativas,  as chapas da linha T dispensam a necessidade de processamento químico. Publish 

Editora Abril obtém certificação de qualidade no processo de reprodução gráfica
A Editora Abril, com sede em São Paulo, é a primeira empresa do setor a obter, pela ABTG Certificadora, o selo de conformidade na norma ABNT NBR 15936-1, Qualidade no processo de reprodução gráfica, que inclui requisitos da Norma ISO 12647-2. A certificação atesta que a gráfica é capaz de reproduzir impressos de forma consistente, a partir de arquivos digitais normalizados e de simular condição de impressão pública, aceita mundialmente e dentro das tolerâncias especificadas em normas internacionais.A norma 15936-1 se aplica aos processos gráficos desde a recepção de arquivos digitais, confecção de provas físicas e os processos de impressão offset plana ou rotativa heatset. Contempla a preparação de dados, iluminação, provas virtual e física, e a subsequente impressão em processo offset plano e rotativo com sistema de secagem heatset. A ABTG Certificadora é um organismo estruturado para oferecer certificações às indústrias gráficas, possuindo um conjunto de certificações – quatro delas voltadas ao sistema de gestão, qualidade e monitoramento e oito aos processos – formando um sistema consistente e coeso, capaz de garantir diferenciais competitivos às empresas. Mais informações pelo site www.abtgcertificadora.org.br ou pelo telefone            (11) 2618-2024      . RV&A 

Trevisan lança livro sobre criatividade e inovação nas empresas
No dia 23 de maio, a partir das 19h, a Trevisan Editora lançará o livro “Criatividade e inovação na empresa: do potencial à ação criadora”, de Stela Maris Sanmartin, artista e professora, com colaboração de David de Prado, investigador e consultor internacional em criatividade, na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1.731). Durante o encontro, será realizado um bate-papo com Stela e Prado. O livro oferece uma base de conhecimentos em criatividade e de sua inserção no contexto das organizações. O texto constrói a metáfora da criatividade como um território a ser conhecido, oferecendo uma visão ampla sobre as várias perspectivas que se pode olhar e investigar. Além disso, traz temas específicos que podem conscientizar o leitor sobre o seu próprio potencial criador, bem como apontar procedimentos e métodos para o seu aprimoramento e aplicação prática em suas atividades profissionais. Abigraf

ABTG promoverá mais dois cursos neste mês
No calendário de cursos da ABTG para este mês estão agendados mais dois temas: “Digital e Analógico: Tire o Melhor Proveito das Duas Tecnologias” e “Controle do Processo Produtivo em Gráficas”. O primeiro acontecerá em 21 de maio, das 9h às 18h. O segundo assunto será abordado durante três dias (22 a 24), das 18h45 às 21h45. Ambos os cursos acontecerão no auditório da ABTG (rua Bresser, 2.315, Mooca), em São Paulo. As vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas online. Mais informações com Thiago Chirelli pelo e-mail  curso@abtg.org.br ou pelo telefone              (11) 2797-6728      . RV&A 

Vivacor Gráfica expande e investe em acabamento Heidelberg
A Vivacor Gráfica investiu recentemente na dobradeira Stahlfolder TH 82, da Heidelberg. O equipamento, que está dentro das necessidades da empresa, eliminou o processo de terceirização. De acordo com Alexandre Machado, gerente de acabamento da Heidelberg, a Stahlfolder TH 82 possui configurações modulares que atendem com agilidade e qualidade diversos formatos e volumes de trabalho. A dobradeira possui ainda dobra de janela, segundo esquadro lateral na segunda estação de dobras e aplicação de dois pontos de cola. Esses são diferenciais de uma máquina produtiva e preparada para aplicações diferenciadas. Localizada em São Paulo, no bairro do Ipiranga, a Vivacor Gráfica atua desde 2005, nos segmentos de embalagem, promocional, comercial e editorial. Abigraf

Massa salarial já subiu 6,2% no ano nas 6 principais regiões metropolitanas  
No primeiro trimestre, a massa salarial nas seis principais regiões metropolitanas cresceu 6,2% acima da inflação em relação ao mesmo período do ano passado.O que explica o fenômeno são os setores que não sofrem com a concorrência externa, não sendo afetados diretamente pelo câmbio valorizado - entre eles a construção civil, na qual o aumento da massa salarial chegou a 7,9%.Na construção, o reajuste deste ano de 14,1% para o salário mínimo ajudou a impulsionar o rendimento real, que subiu 12,2% no primeiro trimestre, movimento também influenciado pela escassez de mão de obra.Os números mostram a solidez do mercado de trabalho, o que deve garantir um impulso à demanda nos próximos meses, ainda que o nível elevado de endividamento de muitas famílias pareça limitar a capacidade de consumo.A massa salarial é a combinação da variação do nível de emprego com a da renda real (descontada a inflação). (Fonte: Valor Econômico)

Propostas pedem reajuste maior para os aposentados
Duas emendas que reivindicam o reajuste acima da inflação em 2013 para os aposentados que ganham mais do que um salário mínimo foram apresentadas anteontem por parlamentares ao relator do Orçamento, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE).Uma delas, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), pede 80% do PIB (Produto Interno Bruto) de 2011 mais a inflação de 2012.Como a meta do governo é que a inflação feche este ano em 4,5%, o reajuste seria de 6,66%.Se for considerada a previsão de inflação dos economistas, de 5,3%, o aumento seria de 7,46%.Outra emenda apresentada é do senador Paulo Paim (PT-RS). No texto, fica evidente a intenção de preparar terreno para que o assunto "reajuste acima da inflação" esteja presente na votação final do Orçamento."Quis abrir uma janela para o aumento real dos benefícios. Peço apenas que o tema esteja autorizado no projeto final", afirma o senador. Agora SP

Plano deve pagar remédio para tratar câncer em casa
Os planos de saúde poderão ser obrigados a bancar os gastos do paciente com câncer que faz tratamento em casa com comprimidos.Ontem, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou o projeto de lei, da senadora Ana Amélia (PP-RS), que trata do assunto.De acordo com a Agência Senado, o texto aprovado estabelece a cobertura do tratamento de quimioterapia domiciliar com uso de remédios por via oral, incluindo os medicamentos para controle dos efeitos colaterais.As determinações valem para os planos de saúde que incluem atendimento ambulatorial. Agora SP

Seis projetos de lei querem sustar novo registro eletrônico de ponto  
Cinco propostas em tramitação na Câmara sustam a portaria do Ministério do Trabalho que criou o Sistema de Registro de Ponto Eletrônico (SRPE). O novo sistema, em vigor desde 2 de abril, é válido para empresas com mais de dez empregados que usam equipamento eletrônico para o registro da jornada de trabalho nas áreas da indústria, comércio e serviços.Segundo os autores dos projetos, a medida é ilegal e inconstitucional por extrapolar o poder do Executivo de regular. A portaria cria obrigações e direitos relacionados ao ponto eletrônico, que, segundo os deputados, que deveriam ser estabelecidos por lei. Além disso, eles criticam os gastos para implantação do novo sistema.A proposta mais antiga é o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 2.839/10, do ex-deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP), que foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania desde agosto de 2011 e tem parecer favorável do relator, deputado Fábio Ramalho (PV-MG). As demais propostas tramitam anexadas a essa.
Prós e contras
Para o deputado Laercio Oliveira (PR-SE), a alegação do ministério, de que há empresários retirando horas extras dos trabalhadores, não justifica a adoção da medida. "Para empresários ruins, há as auditorias fiscais do ministério e a Justiça. Além disso, existem os sindicatos, extremamente habilitados para fazer a defesa dos trabalhadores", afirmou o parlamentar, que é vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC).Na opinião do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), as reclamações sobre a adoção do novo ponto eletrônico vêm, principalmente, de empresários que fraudam a contabilização de horas extras. "Tem muita gente chiando porque roubam os trabalhadores na hora de fazer as contas de quem fez hora extra e que não fez", disse.As exigências da portaria são necessárias, segundo o deputado, mas é preciso manter a possibilidade de acordos trabalhistas entre sindicatos patronais e de trabalhadores estabelecerem sistemas alternativos para controle de jornada. O Ministério do Trabalho previu essa alternativa depois de pedidos feitos pelas centrais sindicais, trabalhadores e empresas.O relator do PDC 2.839/10 na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Fábio Ramalho (PV-MG), afirma que a medida do Ministério do Trabalho está levando as empresas brasileiras para a ilegalidade. "O que há hoje não soluciona a questão. Não é bom nem para o empregado e nem para o empregador", afirmou. Depois da votação na comissão, a proposta ainda será analisada pelo plenário.Para o deputado Assis Melo (PCdoB-RS), o novo ponto eletrônico dá condições ao trabalhador de provar sua jornada de trabalho. Ele apresentou voto em separado na Comissão de Trabalhado, Administração e Serviço Público contra o PDC 2.839/10, que susta a portaria do ministério. "No setor do comércio, os trabalhadores têm dificuldade para provar a carga horária. E o ponto eletrônico possibilita o trabalhador fiscalizar e garantir seu direito."
Senado
No Senado também foi apresentado projeto de decreto legislativo para sustar a portaria do Ministério do Trabalho. Trata-se do PDS 593/10, que susta a Portaria 1.510/2009, do Ministério do Trabalho e Emprego, que disciplina o uso do Registrador Eletrônico de Ponto (REP) e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP) nas empresas brasileiras. O projeto é de autoria da então senadora Níura Demarchi (PSDB-SC) e já foi aprovado pelas comissãoes de Assuntos Sociais, e de Constituição, Justiça e Cidadania. A matéria está em discussão na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. (Com Agência Câmara)Conheça o conteúdo dos projetos: PDC 2.839/10 e PDS 593/10
Jorge Caetano Fermino

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Mai 17

Aprovado projeto que inclui catadores de papel na Previdência  
Os catadores de material reciclável poderão ser incluídos como segurados especiais da Previdência Social. A medida consta no projeto de lei (PLS 279/2011) do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), aprovado em caráter terminativo, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (16), que altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de junho de 1991, de custeio da Previdência.O autor, ao justificar a iniciativa, aponta o crescente número de trabalhadores que vivem na informalidade, e que em sua opinião, são levados à exclusão social. Segundo ele, existem hoje no Brasil cerca de 500 mil catadores de papel, e que recebem em torno de 2 a 5 reais por dia de trabalho.Rodrigo Rollemberg argumenta que seu projeto busca dar maior eficácia ao principio da equidade no custeio da seguridade social. Para ele, a redução da alíquota de contribuição para essa categoria trará aumento da inclusão previdenciária e do exercício da cidadania por parte desses trabalhadores.A proposta segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação no Plenário. (Fonte: Agência Senado)

ABTG promoverá mais dois cursos neste mês
No calendário de cursos da ABTG para este mês estão agendados mais dois temas: “Digital e Analógico: Tire o Melhor Proveito das Duas Tecnologias” e “Controle do Processo Produtivo em Gráficas”. O primeiro acontecerá em 21 de maio, das 9h às 18h. O segundo assunto será abordado durante três dias (22 a 24), das 18h45 às 21h45. Ambos os cursos acontecerão no auditório da ABTG (rua Bresser, 2.315, Mooca), em São Paulo. As vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas online. Mais informações com Thiago Chirelli pelo e-mail  curso@abtg.org.br ou pelo telefone              (11) 2797-6728       . RV&A 

São Paulo (SP): Secretário da Previdência quer fim do fator
O secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, Leonardo José Rolim, defendeu ontem que o fator previdenciário deveria ser substituído por “uma fórmula simples”, que permitia ao trabalhador programar melhor sua aposentadoria. O fator foi criado em 1999 e reduz o beneficio de quem se aposenta cedo.Em audiência na Câmara dos Deputados, Rolim disse que o desconto é “perverso” e funciona como “armadilha”, pois estimula o trabalhador a se aposentar antes e com renda menor.Para ele, o fator funciona como uma aposentadoria proporcional, mas que “ninguém entende”. Sobre o fator 85/95, proposto pelo Congresso, ele diz que o governo não tem uma posição fechada. O 85/95 dá aposentadoria integral quando a soma da idade com o tempo de contribuição resultar em 85 (mulheres), ou 95 (homens). Outra alternativa seria o aumento no tempo de contribuição, aliado ao retorno da aposentadoria proporcional para quem quiser antecipar o beneficio.O governo é “”radicalmente contrário” a mudanças na média salarial quem encurtem o período de trabalho usado no cálculo. Força Sindical

Comissão aprova justa causa para quem faltar 30 dias sem motivo  
O empregado contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) com carteira assinada poderá ser demitido por justa causa se faltar ao serviço por 30 dias consecutivos. Projeto de lei com esse objetivo foi aprovado, nesta quarta-feira (16), pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa. A matéria poderá seguir para a Câmara dos Deputados se não houver recurso para exame pelo plenário.Atualmente, ressaltou o autor do projeto de lei do Senado (PLS 637/2011), senador Valdir Raupp (PMDB-RO), a legislação trabalhista não especifica o prazo de ausência injustificada para caracterizar abandono de emprego. 
Essa definição, informou, cabe à jurisprudência trabalhista, que tem adotado a Súmula 32 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) como parâmetro. De acordo com o entendimento do TST, faltar ao serviço por 30 dias consecutivos gera a presunção do abandono do emprego, o que acarreta a demissão por justa causa.A proposta inicial de Raupp prevê prazo de 20 dias de falta injustificada para caracterização de abandono de emprego. O texto aprovado pela CAS especifica o prazo de 30 dias de ausência ao trabalho, mantendo o parâmetro já recomendado na Súmula do TST. Isso foi feito por meio de emenda do senador Paulo Paim (PT-RS), acatada pelo relator, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), e aprovada pela comissão.O texto aprovado obriga ainda o empregador a notificar o trabalhador, pessoalmente ou pelo correio, com aviso de recebimento, da aplicação da justa causa por abandono de emprego, caso não retorne à atividade antes de completar os 30 dias de ausência injustificada. Na hipótese de o empregado não ser encontrado em seu endereço, deverá o empregador publicar edital de abandono de emprego em jornal de circulação local.Segundo Raupp, a proposição possibilitará ao empregado apresentar o motivo que inviabilizou o seu comparecimento ao local de trabalho, o que afastará a possibilidade de aplicação da medida extrema de demissão por justa causa. Também permitirá ao empregador rescindir o contrato de trabalho por justo motivo e contratar novo trabalhador quando não obtiver resposta à comunicação enviada ao empregado faltante ou à publicação do edital de abandono de emprego.Para Raupp, ao disciplinar o abandono do emprego e determinar legalmente o prazo para afastamento injustificado do trabalho, o projeto preencherá lacuna importante na legislação trabalhista. A medida, ressaltou o senador, vai proteger o trabalhador e o empregador.- Dessa forma, aumenta a segurança jurídica nas relações entre empregados e empregadores, ao tornar claras as disposições sobre o tema, sem exigir um conhecimento especializado, por empregados e empregadores, da jurisprudência - destacou o relator da matéria, senador Cyro Miranda (PSDB-GO). (Fonte: Agência Senado)

Odontologia do trabalho avança para a Comissão de Justiça  
Dentre as matérias votadas na reunião realizada na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, nesta quarta-feira (16), destaque para a aprovação do PL 422/2007, do deputado Flaviano Melo (PMDB-AC), que altera o artigo 162, Seção III, e o artigo 168, Seção V, do Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho, relativo à segurança e medicina do trabalho.O substitutivo acatado pelo colegiado foi apresentado pelo relator, deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que inclui a especialidade odontologia do trabalho na composição dos serviços especializados em medicina e segurança do trabalho (SESMT).Ainda estabelece que as empresas, de acordo com normas a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estarão obrigadas a manter serviços especializados em segurança, medicina e odontologia do trabalho.O projeto prevê também que as micro e pequenas empresa, poderão optar pela atenção odontológica nos Serviços Especializados em Saúde e Segurança do Trabalho.VotaçãoForam contrários ao parecer do relator, os deputados Jorge Corte Real (PTB-PE), Augusto Coutinho (DEM-PE) e Erivelton Santana (PSC-BA).

São Paulo (SP): Diferença de salário entre homens e mulheres cresceu em 2010, diz IBGE
Salário médio pago pelas empresas e organizações foi de R$ 1,65 mil. Total de salários pagos pelas empresas somou R$ 566 bilhões no ano.A diferença entre os salários pagos a homens e mulheres cresceu em 2010, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2009, os salários dos homens eram 24,1% acima do das mulheres. No ano seguinte, essa diferença alcançou 25%.Em 2010, segundo o IBGE, as mulheres receberam, em média, 2,8 salários mínimos, enquanto a remuneração dos homens foi de 3,5 salários. No mesmo ano, 57,9% do pessoal assalariado ocupado eram homens, enquanto as mulheres representavam 42,1% do total.O salário médio pago pelas empresas e outras organizações foi de R$ 1.650,30, uma alta de apenas 0,6% na comparação com o ano anterior. A maior remuneração média foi paga pelo setor de eletricidade e gás, de R$ 5.125,90, enquanto a menor foi registrada em alojamento e remuneração, de R$ 779,58.Também em 2010, o total de salários pagos pelas empresas brasileiras alcançou R$ 566 bilhões. A maior parte foi paga pelas grandes empresas (R$ 328,5 bilhões), enquanto as médias desembolsaram R$ 95 bilhões; as pequenas, R$ 92,8 bilhões; e as microempresas, R$ 50 bilhões.Apesar da menor participação em salários, as microempresas representavam 88,5% do total de 4,6 milhões de empresas do país. Outras 9,9% eram empresas pequenas, 1,3% eram médias e 0,3% eram grandes.De 2007 e 2010, o número de empresas no país aumentou em 17,3%; o pessoal ocupado total, 20,0%; o pessoal ocupado assalariado, 21,6%; e os salários e outras remunerações, 53,7%. Essa alta levou o total de empresas e outras organizações formais ativas a 5,1 milhões, que ocupavam 49,7 milhões de pessoas, sendo 43,0 milhões (86,4%) como pessoal ocupado assalariado e 6,7 milhões (13,6%) na condição de sócio ou proprietário.“Os órgãos da administração pública, apesar de representarem somente 0,4% das organizações, absorveram 18,6% do pessoal ocupado total, 21,5% do pessoal ocupado assalariado e pagaram 31,3% dos salários e outras remunerações”, aponta o IBGE no estudo. Já as entidades sem fins lucrativos, com 9,9% das organizações, foram responsáveis por 6,4% do pessoal ocupado total, 6,7% do pessoal ocupado assalariado e 6,4% dos salários pagos no ano. Força Sindical

Jorge Caetano Fermino

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Mai 16

Fim do Fator previdenciário é defendido em audiência pública
O fim do fator previdenciário foi defendido por representantes do governo e de trabalhadores, em audiência pública ontem, na Comissão de Seguridade da Câmara. Durante a reunião, representantes do Ministério da Previdência, dos auditores fiscais, dos aposentados e da Central Única dos Trabalhadores, constataram que o fortalecimento da previdência social brasileira nos últimos anos justifica a extinção do fator.
Segundo o diretor da Central Única dos Trabalhadores, Pedro Armengol, o lado mais perverso do fator previdenciário aparece a cada revisão da expectativa de vida do brasileiro feita pelo IBGE. "Aumenta o tempo de contribuição para o trabalhador se aposentar, sem a garantia de uma aposentadoria melhor", lamentou.
Ao afirmar que o governo também é a favor da extinção do fator, o Secretário de Políticas de Previdência Social do ministério, Leonardo Rolim, demonstrou preocupação. "Com a queda na taxa de natalidade, e aumento da expetativa de vida, no futuro vamos ter uma pressão sobre a previdência", disse. Porém, ele defendeu a adoção de medidas "justas" para equilibrar as contas da previdência.
Para o deputado Amauri Teixeira (PT-BA), autor do requerimento da audiência pública, o fator previdenciário foi adotado pelo governo FHC, "em um momento de predomínio das políticas neoliberais no mundo, e com a economia brasileira em baixa". Atualmente, segundo ele, "há um superávit no caixa da previdência urbana, com a geração de empregos e aumento no número de contribuintes, graças à expansão da economia do País", afirmou.
Também participaram da audiência pública, o deputado Waldenor Pereira (PT-BA), o presidente da Associação Nacional dos Auditores fiscais da Receita Federal, Álvaro Solon de França; e o diretor da Casa do Aposentado da Bahia, Marcos de Oliveira. (Fonte: Informes da liderança do PT)
 
Procompi analisa avanços de pequenas gráficas
No Rio de Janeiro, 22 micro e pequenas indústrias gráficas foram capacitadas por meio do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi) e conseguiram a certificação FSC (Forest Stewardship Council). O exemplo do Rio está sendo apresentado no segundo encontro nacional de gestores do programa, que acontece até amanhã (16), em João Pessoa (PB). O evento tem o objetivo de avaliar resultados, debater desafios para o desenvolvimento dos projetos e definir iniciativas para potencializar ações e ampliar a competitividade das micro e pequenas indústrias. O Procompi é desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As ações abrangem desde capacitações em gestão a estratégias de acesso a mercados. Atualmente são desenvolvidos 87 projetos que atendem a mais de 2,2 mil empresas de diversos setores. Agência Sebrae de Notícias
 
Fibria apresenta prejuízo de R$ 10 milhões no 1T
A Fibria anunciou nesta segunda-feira (14) prejuízo líquido de R$ 10 milhões no primeiro trimestre de 2012, contra lucro de R$ 389 milhões no mesmo período do ano passado. Em relação ao quarto trimestre de 2011, com prejuízo de R$ 358 milhões, a redução foi em função da desvalorização do dólar em relação ao real. A companhia teve receita líquida de R$ 1,274 bilhão, queda de 18% em relação aos três primeiros meses de 2011. Os investimentos da Fibria no primeiro trimestre do ano somaram R$ 221 milhões, um recuo de R$ 68 milhões ou de 24% em relação ao trimestre imediatamente anterior, devido aos menores gastos com manutenção, principalmente compra de madeira de pé e silvicultura. No comparado com os três primeiros meses de 2011, a queda é de 16%. No primeiro trimestre, destaca-se também o recorde na produção de celulose de 1,3 milhão de toneladas, volume 3% superior ao último trimestre de 2011 e 1%, na comparação ano contra ano. Celulose Online
 
AlphaGraphics realiza road show em diferentes estados
A AlphaGraphics levará para diferentes cidades do Brasil o road show “O futuro do marketing direto nas comunicações personalizadas, individualizadas, multicanal e interativa”. Serão abordados temas como marketing direto, QR codes e realidade aumentada. O evento estará em Salvador (BA) no dia 25 de maio, passando também por Teresina (PI) no dia 29 e por Goiânia (GO) no dia 31 do mesmo mês. Revista Tecnologia Gráfica Tetra Pak patrocina livro ilustrado sobre mamíferos brasileiros
Seguindo a premissa de disseminar o conceito da proteção da biodiversidade, a Tetra Pak patrocina a obra “Mamíferos do Brasil – Uma Visão Artística”. Lançado pelo pintor naturalista Tomas Sigrist, famoso por suas ilustrações de aves, o livro é uma referência sobre a história natural destes animais brasileiros. O livro é resultado de mais de cinco anos de pesquisa de campo feita pelos mais variados biomas brasileiros: desde a Mata Atlântica, até o Cerrado, passando pela Floresta Amazônica, Parque Nacional das Emas (GO), Pantanal, matas virgens na região de Pernambuco, Serra do Cipó (MG) e Iguape (SP). De acordo com o artista, a utilização de materiais específicos garante a qualidade da obra. “Com o uso do pastel seco, por exemplo, é possível reproduzir com perfeição a textura do pelo aveludado de algumas espécies de mamíferos retratados no livro, como a onça pintada”, afirma Sigrist. Abigraf
 
Deputados pedem suspensão do novo registro de ponto eletrônico
SÃO PAULO - O novo registro de ponto eletrônico está em vigor desde abril. Desde o início, a Portaria do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) não agradou algumas entidades empresariais e alguns parlamentares. Apesar da medida está valendo, tramitam na Câmara dos Deputados cinco projetos que sustam a portaria.
Para os autores das propostas, a legislação é ilegal e inconstitucional por extrapolar o poder do Executivo de regular, além de criar obrigações e direitos relacionados ao ponto eletrônico, que deveria ser estabelecido por lei. Eles criticam ainda os gastos para implantação do novo sistema.
Para o deputado Laercio Oliveira (PR-SE), a alegação do MTE, de que há empresários retirando horas extras dos trabalhadores, não justifica a adoção da medida. “Para empresários ruins, há as auditorias fiscais do ministério e a Justiça. Além disso, existem os sindicatos, extremamente habilitados para fazer a defesa dos trabalhadores”, afirmou o parlamentar, segundo a Agência Câmara.
Proposta mais antiga
Entre as cinco, a proposta mais antiga é o Projeto de Decreto Legislativo 2839/10, do ex-deputado Arnaldo Madeira, que foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania desde agosto de 2011 e tem parecer favorável do relator, deputado Fábio Ramalho (PV-MG). As demais propostas tramitam apensadas a essa. Infomoney
 
Saiba se trabalhar ouvindo música é bom ou ruim
SÃO PAULO - A música no ambiente de trabalho é motivo de discussão, alguns gestores não se importam que sua equipe trabalhe ouvindo as canções que mais gostam, enquanto outros não autorizam de maneira nenhuma. Mas afinal, ouvir música no trabalho é bom o ruim?
Na verdade, não existe uma resposta certa. É o que explica a consultora sênior de Recursos Humanos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Emília Dias. “Tem gente que consegue trabalhar muito bem ouvindo música. Outros não conseguem e acabam se distraindo. É muito individual”.
A especialista explica que em atividades que exigem muita concentração e que o trabalho seja feito em silêncio, a música pode atrapalhar.
Autorização do chefe
Indiferentemente da pessoa conseguir trabalhar ouvindo música, não cabe a ela decidir sobre o assunto. A música no trabalho só deve ser ouvida se o líder autorizar.
“Ele pode sentar com a equipe e decidir. É possível até mesmo fazer um teste por uma semana para saber se o trabalho combinado foi entregue no período esperado”. Emília acrescenta ainda que o gestor também conseguirá analisar quais profissionais conseguem trabalhar desta maneira.
Cabe ao chefe também estabelecer as regras, se a música poderá ser ouvida somente por meio dos fones de ouvido ou ser terá uma caixa de som comum a todos. Neste caso, cada dia, uma pessoa pode escolher o tipo de música que irá tocar ou haverá uma estação de rádio fixa, geralmente, as que tocam músicas mais tranquilas.
“De qualquer maneira, o volume tem que estar bem baixinho, para não atrapalhar. No caso do fone, o ideial é utilizar em apenas em um dos ouvidos”.
As orientações só não servem para quem trabalha diretamente com o público. “Neste caso, a música ambiente não é legal porque é difícil agradar todo mundo. Também não é possível trabalhar com fone de ouvido, já que é necessário estar de prontidão para atender os clientes”.
DJ na empresa
Quem trabalhar, quase todos os dias, ouvindo música é o diretor de Arte, Cleyton Adjair. “A minha relação com a música já vem de fora do trabalho, não tinha como trazer para empresa”. Ele conta que a música o ajuda no desenvolvimento das atividade, já que estimula a criação e a criatividade.
Na empresa em que trabalha, as músicas são ouvidas por meio de caixa de som e ninguém reclama. “A música ajuda no trabalho de todos. No dia de fechamento do jornal, escutamos uma música mais agitada. A escolha varia de acordo com o ritmo de trabalho”.
Além disso, ele acrescenta que a música ajuda a criar um ambiente mais leve e aumenta até mesmo a interação da equipe. “Às vezes, colocamos uma música mais engraçada para fazer piada. Todo mundo se diverte”. Infomoney
Jorge Caetano Fermino

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Mai 15

Bauru recebe Semana de Artes Gráficas em maio
Entre os dias 21 e 25 de maio, Bauru sediará a Semana de Artes Gráficas (SAG), série de palestras e seminários voltados para os profissionais da área gráfica. Com palestras e seminários sobre tecnologia, gestão, estratégias de vendas e rentabilidade na indústria gráfica, a SAG será realizada no Senai Bauru. O objetivo do projeto é fomentar a qualificação da mão de obra dos profissionais gráficos brasileiros. As SAG’s são uma realização da ABTG, com patrocínio da ABIGRAF-SP e do SINDIGRAF-SP. A edição de Bauru contará também com o patrocínio da Dprinter/Roland e Gomaq/RISO. Para se inscrever gratuitamente no evento, ou obter mais informações acesse o sitewww.abtg.org.br ou entre em contato pelo telefone             (11) 2797-6700       ou pelo e-mail sag©abtg.org.br. RV&A 

Juizado confirma regra de conversão do tempo especial
A TNU (Turma Nacional de Uniformização), última instância dos Juizados Especiais Federais, confirmou, na última semana, qual deve ser a tabela aplicada para os segurados que trabalharam em condições prejudiciais à saúde e querem converter esse tempo especial em comum.A conversão aumenta o valor da aposentadoria ou antecipa o pedido do benefício.Pela decisão da TNU, chamada de súmula, cada ano trabalhado em condições especiais deve ser convertido em 1,4 ano de tempo de contribuição comum para os homens que exercerem atividades que exigem 25 anos de contribuição para o pagamento da aposentadoria especial.No caso das mulheres, o índice é de 1,2.Nos juizados, no entanto, o multiplicador aplicado aos homens, em alguns casos, era de 1,2, diminuindo o benefício e atrasando a aposentadoria.Com a regra da TNU, os juizados de todo o país terão de adotar o 1,4 para homens, segundo o advogado Theodoro Agostinho. Agora SP
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Licença-maternidade de 6 meses é rara nas empresas
Neste Dia das Mães, há mulheres que têm mais a comemorar do que outras. Após a criação do Programa Empresa Cidadã em 2008, que livra de impostos empresas que oferecem licença-maternidade de seis meses, não são todos os setores e as empresas que aderiram.Quando o assunto é ficar mais tempo com o bebê, as bancárias paulistanas levam vantagem. Em 2009, o benefício foi aprovado em convenção coletiva do Sindicato dos Bancários de SP. Os patrões devem oferecer o benefício às futuras mães.A extensão para metalúrgicos foi acordada em 2011 nas autopeças. Nas demais áreas, foi vetada, diz Maria Euzilene Nogueira, diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de SP e Mogi das Cruzes.Mães do comércio e da tecnologia da informação têm de se desdobrar para voltar ao trabalho. A negociação nesses setores não avançou. O argumento do sindicato patronal foi o de que o benefício tira o espaço da mulher no mercado. Folha de S.Paulo

Despesas com abono salarial seguem salário mínimo e disparam  
Enquanto o esforço de fiscalização promovido pelo governo para conter as despesas com seguro-desemprego deve produzir resultados em 2012, o abono salarial tende a ser uma despesa cada vez mais pesada para o governo, sem perspectiva de controle nos próximos anos. Em 2015, o FAT deve desembolsar R$ 21,5 bilhões com o abono salarial, um aumento de 61,6% em relação a 2012.Para receber o benefício, que equivale a um "14º salário", basta que o trabalhador tenha ingressado no mercado formal há no mínimo cinco anos e recebido, em média, até dois salários mínimos no ano anterior.Como a economia continua a gerar empregos principalmente nas faixas salariais mais baixas, a previsão do FAT é de que o número de segurados cresça, em média, 8,7% ao ano entre 2012 e 2015. Além disso, o aumento do salário mínimo acaba por incluir entre os possíveis beneficiários quem antes estava em outros segmentos de renda.Em 2010, 51,2% dos trabalhadores contratados - ou 44,1 milhões de empregados - foram admitidos com remuneração de até dois salários mínimos. Em 2000, a fatia era proporcionalmente menor, de 29,7% dos admitidos.Para Rodolfo Torelly, diretor do Departamento de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho, a formalização também contribui para o aumento exponencial de beneficiários e de gastos com o programa, já que um pré-requisito é ter trabalhado com carteira assinada em ao menos 30 dias do ano anterior.Torelly, no entanto, é enfático: "Não sai da minha diretoria nenhuma proposta para cortar o abono e essa é uma despesa realmente difícil de controlar". (Fonte: Valor Econômico)

Diferença entre salário mínimo real e o "ideal" é a menor da história  
O salário mínimo nacional nunca esteve tão próximo do salário considerado ideal pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que é de R$ 2.329,35. Esse valor é 2,7 vezes maior que o salário mínimo vigente (R$ 622) - a menor relação verificada na série histórica. No fim do ano passado, ele era 3,3 vezes maior. E, em 1994, quando o Plano Real entrou em vigor, era 8,1 vezes maior.O salário mínimo que atende as necessidades do trabalhador é estipulado pelo Dieese levando em consideração o preço de itens básicos de alimentação, como arroz, feijão, carne, farinha e leite, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.Os valores levam em conta as necessidades de uma família de dois adultos e duas crianças, considerando que o trabalhador deve sustentar essa família apenas com o seu salário. "Como hoje quase metade da força de trabalho é feminina, esse valor ideal pode ser dividido por dois [marido e mulher] de uma mesma família", explica José Maurício Soares, coordenador da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, do Dieese, que contempla o indicador de salário.Ou seja, quando, em uma mesma família, pai e mãe trabalham, o salário mínimo ideal para cada um em abril teria ficado em cerca de R$ 1.165, reduzindo ainda mais a relação entre o necessário para suprir as necessidades básicas de uma família e o piso nacional.O que mais tem pesado no aumento do poder de compra do salário mínimo, de acordo com o Dieese, são os reajustes do piso nacional. Indexado pela inflação de 2011 e pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior, ele cresceu 14,1% em janeiro deste ano.O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), normalmente utilizado para corrigir salários, fechou o ano de 2011 em 6,08%. Em abril deste ano, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o acumulado em 12 meses ficou em 4,88%.Ao mesmo tempo, o salário ideal sofreu leves oscilações nesse período, ficando, em abril, no mesmo valor apontado em dezembro do ano passado (R$ 2.329,35).Enquanto a inflação em 12 meses recuou 1,2 ponto percentual e o mínimo nacional cresceu 14%, os gastos básicos de um trabalhador não se alteraram, segundo o Dieese, de dezembro para cá. A soma desses três fatores fez com que o quociente entre mínimo ideal e mínimo vigente atingisse neste ano a mínima histórica de 3,7. Isso significa que o mínimo ideal para o trabalhador brasileiro é 2,7 vezes maior que o salário mínimo de R$ 622 que é pago hoje."Para quem tem uma renda mais baixa, o ganho certamente está mais atrelado ao salário mínimo, cujos aumentos reais têm sido, em geral, maiores do que no restante da economia. Nessa faixa de consumo entram bens de menor valor, especialmente os itens da alimentação", explica Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.Segundo Oliveira, do Dieese, a alimentação pesa mais de 35% no conjunto das necessidades básicas de um trabalhador que o salário mínimo ideal deveria suprir.O aumento do salário mínimo ideal do Dieese está diretamente atrelado à evolução dos preços da Cesta Básica Nacional, que é calculada pela entidade. Oliveira não espera uma queda do mínimo ideal, que deve acompanhar os preços ao longo de 2012. Vale, da MB Associados, concorda. "A inflação tende a continuar em aceleração. O INPC, que capta melhor a evolução de preços para a classe mais baixa, deve se elevar em 2012, mantendo a pressão sobre o salário mínimo necessário do Dieese." (Fonte: Valor Econômico).
Jorge Caetano Fermino 

written by jorge

Mai 14

“PLURAL é eleita pelo 3º ano a melhor gráfica editorial rotativa no Prêmio Graphprint”
No último mês, a PLURAL foi prestigiada durante a cerimônia de premiação da 11ª edição do Prêmio Graphprint, que ocorreu no espaço de eventos Vila dos Ipês, na Vila Leopoldina em São Paulo.Pelo terceiro ano consecutivo, a PLURAL recebeu o troféu de melhor Gráfica Editorial Rotativa, e neste ano foi eleita com 24 % dos votos e com 7 pontos à frente do segundo colocado nesta categoria. Em relação ao resultado obtido em 2010, a PLURAL cresceu 5 pontos.Promovido pela Agnelo Editora, o Prêmio Graphprint é uma das mais importantes premiações do segmento e foi criado para enaltecer as empresas e personalidades que mais se destacam na indústria gráfica anualmente.Foram premiadas 23 categorias de fornecedores, cinco personalidades (Fornecedor; Dirigente; Produção; Vendas e Marketing), além das melhores gráficas em cinco segmentos: Digital; Editorial Plana; Editorial Rotativa; Embalagens e Promocional.Para eleger os vencedores foi aplicada uma pesquisa via telemarketing e e-mail junto às gráficas, empresas fornecedoras, agências de publicidade e bureaus da indústria gráfica, sendo obtidos 505 votos válidos. O questionário, isento de marcações que pudessem induzir a votação, solicitava para que fossem citados os cinco melhores fornecedores cada categoria. Fonte: Plural

CAE aprova aposentadoria especial para empregados em serviço de limpeza  
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 68/2011, do deputado Enio Bacci (PDT-RS), que estabelece incentivos às empresas para financiamento da formação profissional de seus empregados.De acordo com a proposta, a dedução dos gastos feitos com a educação dos funcionários será feita como despesa operacional, na apuração do lucro real, desde que não substituam ou complementem a remuneração devida aos beneficiados, nem sobre eles incidam encargos trabalhistas ou previdenciários.No colegiado acatou o voto do relator, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), pela aprovação. A matéria será analisada em decisão terminativa na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Comissão de Educação, Cultura e Esporte
Economista
Também foi aprovado na mesma reunião desta terça-feira (8), na CE, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 658/2007, do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que altera a Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, para atualizar a regulamentação do exercício da profissão de Economista e dá outras providências.O projeto reforça o poder de polícia da autarquia, com o argumento de que assim aumenta-se a eficácia da fiscalização, em prol dos usuários dos serviços de economia e de toda a sociedade.A proposição inclui, ainda, uma ampliação no número de membros dos Conselhos e a dilatação do prazo de mandato, que passa a ser de quatro anos, com renovação parcial do Plenário a cada dois anos.Também faz parte do texto normas sobre o registro de pessoas jurídicas, a possibilidade de estabelecer um exame de proficiência e a instituição de um Código de Ética.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), pela favorável com emendas.
Reajuste do piso salarial do magistério público
Os senadores aprovaram na CE nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 325/2010, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que altera o parágrafo único do art. 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que institui o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, para introduzir critério de reajuste anual de seu valor.O projeto garante aumento do piso sempre igual ao que tiver sido concedido aos senadores da República para o mesmo exercício.No colegiado foi aprovado o parecer da relatora, senadora Ana Rita (PT-ES), com voto contrário. A matéria ainda será analisada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Comissão de Assuntos Econômicos
Concessão de aposentadoria
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 203/2005, do senador Paulo Paim (PT-RS), que dispõe sobre a concessão de aposentadoria aos empregados em serviço de limpeza, asseio, conservação e coleta de lixo garantindo aposentadoria especial aos 25 anos de serviço.No colegiado o relator, senador João Ribeiro (PR-TO), apresentou parecer favorável na forma de substitutivo. O voto considera insalubres e penosas atividades profissionais dos empregados em serviços de limpeza, asseio, conservação e coleta de lixo.O mesmo parecer foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em 2011. A matéria ainda retorna à pauta da CAE para votação em turno suplementar.
Comissão de Constituição e Justiça
Segurança Pública
Os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 310/2003, senador Magno Malta, que pretende alterar o § 3° do art. 4° da Lei n° 10.201, de 14 de fevereiro de 2001, que institui o Fundo Nacional de Segurança Pública - FNSP e dá outras providências, estabelecendo requisito para o repasse de recursos aos entes federados.O texto em vigor prevê como condição para o repasse de recursos do FNSP a instituição de um plano de segurança pública por parte do ente federado. Para os Municípios a condição é a existência de guarda municipal.O PLS sob exame altera o mencionado dispositivo para inserir a integração a um sistema nacional de informações de segurança pública também como requisito para o ente federado ter acesso aos recursos do FNSP.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), pela aprovação com emenda.
Comissão de Assuntos Sociais
Profissionais da educação 
Foi aprovado na Comissão de Assuntos Socais (CAS), nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 76/2011, da deputada professora Raquel Teixeira (PSDB-GO), que acrescenta o art. 86-A à Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para determinar a obrigatoriedade da assistência psicológica a educadores e educandos da educação básica.No colegiado foi aprovado o parecer da relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), pela aprovação.A matéria ainda será analisada na Comissão de Educação (CE), em decisão terminativa.
Insumos farmacêuticos
Foi rejeitado nesta quarta-feira (9), na CAS, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 521/2007, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que acrescenta dispositivo à Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, a fim de instituir sistema eletrônico destinado a acessar dados de identificação de medicamentos, tais como número de registro, nome do produtor, data de fabricação, prazo de validade e número do lote, entre outros.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador Humberto Costa (PT-PE), pela rejeição. A matéria segue para o arquivo.
Empregados domésticos
Também foi aprovado, em decisão terminativa na CAS, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 678/2011, da senadora Ana Rita (PT-ES), que modifica o caput e o § 1º do art. 6º-A e o inciso III do art. 6º-B da Lei nº 5.859, de 11 de dezembro de 1972, para conceder aos empregados domésticos o pagamento de seguro-desemprego, independentemente de inscrição no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.No colegiado foi aprovado o parecer da relatora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA), pela aprovação com emenda.
Ingresso de estagiários
Os senadores  aprovaram nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 17/2011, da senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que altera a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, para regulamentar o ingresso de estagiários na Administração Pública Direta, autárquica e fundacional.O projeto estabelece a obrigatoriedade de seleção pública de provas, convocada por edital amplamente divulgado, para ingresso de estagiários nos órgãos e entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.O colegiado acatou o parecer do relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), pela rejeição. A matéria foi aprovada na CE e ainda será analisada na CCJ, em decisão terminativa.
Coleta de lixo e varredura de vias
O colegiado aprovou na CAS, nesta quarta-feira (9), o parecer oferecido ao Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 155/2010, do senador Paulo Paim (PT-RS), que regulamenta o pagamento de adicional de insalubridade e a concessão de aposentadoria especial ao trabalhador que exerça as atividades de coleta de lixo e de varredura de vias e de logradouros.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador João Durval (PDT-BA), para devolução à Mesa Diretora para reatuação como Projeto de Lei Complementar. DIAP

Dilma lança programa que beneficia famílias em extrema pobreza
SÃO PAULO - No último domingo (13), a presidente da República, Dilma Rousseff, lançou em comemoração ao Dia das Mães, o programa Brasil Carinhoso, que visa beneficiar famílias em condição de extrema pobreza.De acordo com o pronunciamento, 4 milhões de famílias deverão receber R$ 70 por membro, renda que deve tirar da miséria absoluta, famílias que possuam crianças com até 6 anos de idade. “O Brasil Carinhoso faz parte do grande Programa Brasil sem Miséria, que estamos desenvolvendo com sucesso em todo o território nacional. Será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no nosso país”, disse.O programa, que deve servir como um reforço ao Bolsa Família, deve contar também com o aumento do acesso das crianças beneficiadas pelo projeto às creches e com a ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas.
Pronunciamento
A presidente afirmou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país e que, historicamente, a faixa de idade na qual o país tem mais dificuldade em reduzir a pobreza é a de crianças de até seis anos.Além de estar concentrada entre os jovens, Dilma explicou que a pobreza absoluta atinge principalmente as regiões Norte e Nordeste, onde vivem 78% dessas crianças. “Por essas razões, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com a máxima atenção para as crianças dessas duas regiões mais pobres do país”, afirmou, explicando que assim como outros programas do Brasil sem Miséria, será uma parceria do governo federal com os governos estaduais e municipais.Segundo Dilma, o programa também ampliará a cobertura dos dos atuais programas de saúde, será lançado um amplo programa de controle da anemia e deficiência de vitamina A e disponibilizado gratuitamente, em unidades de farmácia popular, remédios contra a asma.De acordo com a Agência Brasil, antes de anunciar o novo programa, a presidente disse que devia ser a primeira vez que um presidente fazia um pronunciamento no Dia das Mãe e, no caso, uma presidenta, “que é uma mulher, que é filha, mãe e avó”. Ela deixou um abraço a todas as mães brasileiras, “em especial às que mais sofrem”. Infomoney

Jorge Caetano Fermino

written by jorge

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