Dez 07

No último dia 12, na sede da empresa Valid na região, o Sindicato dos Gráficos (STIG) de Presidente Prudente, presidido por Luís Nogueira, garantiu a renovação de um importante direito econômico para os gráficos terceirizados da unidade do Poupa Tempo no município, que atende um conjunto de cidades do entorno. Os 79 trabalhadores que atuam no local são contratados pela Valid. E a empresa aceitou o novo Acordo Coletivo de Trabalho com o STIG e comissão de profissionais para pagar um salário extra aos gráficos a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Em reunião por videoconferência com a gestora de RH da Valid (em São Caetano) e parte da comissão dos gráficos (em Presidente Venceslau), Nogueira (em Presidente Prudente) conseguiram fixar o valor da PLR igual ao salário nominal de cada trabalhador que trabalha no Poupa Tempo. O benefício financeiro para os gráficos desta empresa, assim como ocorre nas demais regiões do estado, através de uma negociação da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), deve ser pago em março do próximo ano.

"Apesar do benefício garantido para os gráficos e com valor considerado, nenhum dos 79 trabalhadores da empresa Valid em Presidente Prudente está sindicalizado", lamenta Nogueira, embora não perde a esperança e adianta que continuará na luta sindical em defesa da classe. Ele espera ver um dia toda a classe, ou a maioria dela, organizada em torno do STIG. Todavia, aproveita a oportunidade e os convoca para sindicalizarem-se.

Para a Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade que o STIG é filiado, é notória a importância do sindicato no processo de negociação com a Valid em favor dos trabalhadores. Portanto, dessa mesma forma, espera que os empregados reconheçam tal relevância, bem como ajam ativamente para manter o STIG em funcionamento. Para isto, dentre as várias iniciativas, que financiem a entidade, esta que acaba de garantir a PLR por mais um ano, bem como os demais direitos e salários coletivos.

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Dez 06

Apesar das dificuldades em que enfrentam os jornais impressos diante da mídia digital, todos os 80 gráficos dos jornais de Jundiaí e região tiveram garantidos a recomposição salarial e a renovação dos direitos coletivos. A negociação em benefício dos gráficos do setor de todo o interior de SP, elevou o salário normativo a R$ 1.267,85 e o piso funcional a R$ 1.458,03. O novo valor é retroativo a 1º de outubro, que é a data-base da categoria. Portanto, nos meses em que não foram pagos a remuneração atualizada, a diferença salarial existente deve ser paga até o dia 5 de janeiro de 2019. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Dez 06

Esse ano durante as negociações coletivas de trabalho, um dos pontos de pauta de nossa bancada era que garantisse a mãe trabalhadora gestante e lactante (a que amamenta) fora de local insalubre como sempre foi e que agora a reforma trabalhista a colocou dentro destes ambientes, tem até um vídeo meu nessa pagina defendendo essa tese. o negociador da bancada patronal simplesmente nos disse: Lei é Lei, e agora eu vejo trabalhador defendo tentando acobertar o presidente eleito esfacelar, acabar com o ministério do Trabalho o único órgão que fiscaliza esses ambientes, verifica se existe insalubridade, Periculosidade ao trabalhado... LEIA MAIS 


FONTE: STIG GUARULHOS 

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Dez 05

Hoje completa três anos que o atual presidente do sindicato patronal das gráficas do ABC e Santos e dono da gráfica Vice-Rei descumpre acordo

Nesta quarta-feira (5), completa exatos três anos que o dono da gráfica Vice-Rei (São Vicente/SP), que é o atual presidente do sindicato patronal na Baixada Santista e no Grande ABC, descumpre um acordo judicial para o pagamento de verbas rescisórias de ex-funcionários demitidos no ano de 2015. Nem mesmo uma decisão judicial que penhorou depois uma máquina da empresa no valor de R$ 450 mil foi o suficiente para o acordo ser cumprido. Até agora, a impunidade continua garantida a quem descumpre os direitos trabalhistas e o acordo firmado perante o Poder Judiciário brasileiro.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) repudia este empresário por desonrar o acordo e sobretudo por abandonar ao relento os ex-funcionários que dedicaram anos da vida para dar lucro à tradicional gráfica Vice-Rei. A entidade também se solidariza com todos estes trabalhadores que continuam sem receber as suas rescisões, as quais foram parceladas à época em quatro parcelas, mas sem que nenhuma fosse paga até o momento.

Não é à toa que existem processos contra a empresa na 1ª e 2ª Varas do Trabalho no município de São Vicente. A entidade estadual dos trabalhadores gráficos exige, portanto, que tudo seja pago pelo empresário, inclusive todas as multas pertinentes que crescem com o flagrante descumprimento do acordo judicial ao longo desses três anos.

O STIG Santos espera que o acordo para o pagamento das rescisões, ora realizado em 5 de dezembro de 2015, e homologado na Justiça do Trabalho em 2 de maio de 2016, seja efetivamente quitado, como determina a lei. "Esperamos ainda que a Justiça e os advogados que acompanham o processo tomem as medidas judiciais para a execução e penhora do prédio da Vice-Rei para que possam ser ressarcidos estes direitos aos trabalhadores, é o que se espera por Justiça e por Direito", diz Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

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Dez 04
Embora a cesta básica mensal não seja política de incentivo empresarial, mas um dever patronal definido pela Convenção Coletiva de Trabalho dos Gráficos, denúncias ao Sindicato da classe (Sindigráficos) revelam que a regra está sendo descumprida pela Companhia Metalgráfica Paulista em Cajamar. As queixas dizem que não é entregue o benefício ao empregado no mês em que houver falta, mesmo com atestado médico. A justificativa dada pela CIA, segundo as reclamações, é que a cesta é um incentivo para quem não falta. Porém, diferente dos profissionais metalúrgicos do local, tal política não pode ser aplicada com os trabalhadores da litografia, visto que são gráficos e a convenção especifica a obrigatoriedade da entrega de todo jeito. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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