Nov 30

Os diretores do nosso Sindicato estão realizando, diariamente, assembleias com os trabalhadores das gráficas de nossa base para renovar ou implementar Acordo Coletivo de Trabalho. Nesses encontros, o Sindigráficos também leva informação sobre a nova legislação que entrou em vigor devido a Reforma Trabalhista e os prejuízos causados ao trabalhador. É necessário que os gráficos saibam o cenário em que vivem hoje e não se enganem quando a imprensa afirma que a Reforma trará benefícios e modernização para as relações trabalhistas. A realidade é que as mudanças da Reforma visam apenas os interesses do patrão e quem paga o pato é o trabalhador! Trabalho intermitente, negociado sobre o legislado, parcelamento de férias, menos tempo de almoço, grávidas em lugares insalubres, fim da homologação pelo sindicato são apenas alguns pontos que provam que o governo apunhalou os trabalhadores pelas costas! LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI

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Nov 30

Os trabalhadores gráficos reunidos em Assembleia ontem na sede do Sindicato aprovaram a composição dos candidatos da Chapa Única para conduzir os destinos do Sindicato nos próximos cinco anos. O atual mandato se encerra no dia 4 de janeiro de 2018 e já no dia seguinte assume a nova Diretoria. A Companheira Sueli Reis da Silva foi indicada e teve seu nome aprovado para o cargo de Presidente e será a primeira mulher a presidir o Sindicato desde sua fundação em julho de 1931. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS 

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Nov 29

Embora a reforma trabalhista estimule equivocadamente o empresariado a desvalorizar a sua mão de obra com precários contratos e uma série de precariedades sobre os direitos e remuneração dos funcionários, a parte mais importante da produção continua sendo os profissionais. Portanto, o Sindicato dos Gráficos (STIG) de Taubaté e região, entidade filiada à Federação estadual da categoria (Ftigesp), se mantêm lutando contra a aplicação desta injusta lei e pressão patronal para efetivá-la. O primeiro resultado acaba de chegar para os gráficos da OT Morpho em Taubaté. O STIG garantiu a manutenção de direitos com reajuste no valor, alguns deles superiores à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe.

"Nesta quinta-feira (30), por exemplo, independente da lei trabalhista, as centenas de gráficos da Morpho recebem abono salarial e com reajuste de 3% em relação ao valor pago no ano passado", fala satisfeito Sandro Ramos, que é diretor do sindicato. Com isso, cada empregado ganhará R$ 793. O valor integral é pago para quem laborou de dez/16 a nov/17 e pago proporcionalmente de acordo o tempo trabalhado neste período. O abono é justo e todas as empresas deveriam pagá-lo. Mas, infelizmente, com a reforma trabalhista, o sindicato patronal vai na direção inversa na campanha salarial. Exigiu até o fim do pagamento da PLR e hora-extra.

Além da conquista do abono salarial, mesmo neste cenário adverso, o STIG Taubaté também garantiu para os gráficos da Morpho a garantia de outros direitos e com reajuste no valor deles. Aconteceu com o ticket alimentação diário e a cesta de alimentos. Esses benefícios alimentícios passaram para R$ 18,28 e R$ 117,94 respectivamente. Os profissionais da empresa ainda continuarão a pagar menos pelo vale transporte. A lei permite o desconto sobre o salário de 6%, mas continuará sendo 4,5%.

Apesar dessa conquista, continuam ameaçados os direitos coletivos dos gráficos da Morpho e das demais gráficas de Taubaté e do estado frente os efeitos da reforma trabalhista e da pressão do sindicato patronal para aplicá-la e para retirar os direitos convencionados da categoria. "Se não tivermos sucesso nas negociações da atual campanha salarial unificada da classe no estado, os prejuízos serão amplos", alerta Sandro a classe que ainda continua desnorteado quando os efeitos maléficos da reforma.

O dirigente, que convoca os gráficos para reagirem a opressão patronal, lembra que a lei da reforma regulamentou a precarização do trabalho e os direitos dos empregados, independente daqueles que ainda duvidam, sendo urgente e preciso uma reação conjunta de todos trabalhadores.

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Nov 28

Sueli Reis destaca que a violência contra a mulher não é somente a agressão física. Sofremos outros tipos de violência como, por exemplo: violência sexual, violência familiar, violência moral, violência psicológica, violência de gênero e violência material. Diz ainda Sueli que nós mulheres não devemos e não podemos nos calar diante das agressões e procurar denunciar imediatamente aos órgãos competentes através do Disque Denuncia 180 ou procurar uma Delegacia mais próxima e registrar o Boletim de Ocorrência. Lembra ainda da importância da Lei Maria da Penha que veio para dar uma maior proteção às mulheres contra seus agressores. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS

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Nov 24

Nesta sexta-feira (24), ainda de madrugada em Vinhedo, os gráficos da Emepê, uniram-se ao Sindicato da classe (Sindigráficos), para lutar pelo direito de continuar recebendo a hora-extra trabalhada e mais direitos. A revolta da classe é generalizada. Pois, apesar de pedir só a manutenção de direitos e um reajuste salarial digno, o sindicato patronal quer acabar com o pagamento da hora-extra e outros diretos dos gráficos da Emepê e de todas gráficas em quase todo estado. Assim, a assembleia de hoje, com 150 gráficos do 1º e 3º turnos da Emepê, logo se transformou em paralisação da produção. Eles cruzaram os braços. Só não continuaram por tempo indeterminado a pedido do Sindigráficos. Hoje, mais tarde, haverá a 4º rodada de negociação com o sindicato patronal, que já foi notificado de greve antes pelo Sindigráficos e gráficos de outras regiões.

A reunião será hoje às 15h na capital. A campanha salarial da categoria é unificada no estado. Logo, o seu resultado é de interesse dos gráficos da Emepê e das demais gráficas de Vinhedo, Cajamar, Jundiaí e quase todas as regiões do estado. Até agora, sequer a pauta de reivindicação dos trabalhadores foi analisada. Os patrões só exigiram o fim de direitos em sintonia com a reforma trabalhista do Temer e congressistas aliados.

O fim do pagamento da hora-extra e da homologação no Sindicato da rescisão contratual são algumas das exigências dos patrões. "O levante suspenso na Emepê é só um sinal do que ocorrerá se o golpe patronal sobre os direitos continuar, já que nenhum gráfico de qualquer empresa aceitará reduzir o seu dinheiro trabalhando a mais, nem aceitará perder qualquer coisa", alerta Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos e secretário-geral da Federação dos Trabalhadores Gráficos do Estado.

Outras notificações de greve de mais regiões devem ser apresentadas ao sindicato patronal se insistir neste ataque aos direitos dos gráficos do estado. Até o momento, as notificações já abrangem todas as gráficas das regiões de Jundiaí, Guarulhos e Taubaté. No interior de Sorocaba e Bauru também houve assembleias de gráficos nas semanas anteriores, bem como na região de Barueri/Osasco. Há poucos dias, assembleias também iniciaram, ainda sem paralisação, em uma empresa na capital. E todos sindicatos dos gráficos no estado participaram da ultima mesa de negociação com o patronal, saindo indignados do ataque lá proposto.

written by FTIGESP

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