Mai 17

Desde o começo do ano, nosso Sindicato vem realizando a associação dos gráficos através do WhatsApp, ferramenta prática, rápida e segura! Para ficar sócio, preencha a ficha de filiação, tire uma foto e envie para o WhatsApp dos diretores Mineiro (11 – 94003-1804) ou João Lopes (11 – 94757-7829). Depois do envio, aguarde as orientações do Sindigráficos para retirada de carteirinha! Fique sócio do Sindicato e aproveite uma série de serviços e benefícios na área da saúde, educação e lazer! Ao se associar ao Sindigráficos você também fortalece a luta da categoria gráfica por salários maiores, manutenção dos direitos já conquistados em Convenção Coletiva de Trabalho e de melhorias para todos trabalhadores! Esperamos por você!

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by FTIGESP

Mai 16

Nos últimos dias, os 199 gráficos da Santa Rosa Embalagem, na cidade de SP, passaram por desafios. Encararam o patrão, com greve, pois ele não pagava salários há três meses e há oito não dava a cesta básica. A unidade e luta dos trabalhadores foi fundamental para encontrarem uma solução coletiva para os problemas. E os ajudou até para descobrirem a importância do órgão representante da categoria (STIG-SP). A entidade assumiu a greve para si, mesmo depois do distanciamento por anos dos trabalhadores junto ao órgão. Uma boa parte dizia que não servia para nada. Porém, agora, depois de 10 dias de greve, com a ação direta para resolver a situação, com tal meta alcançada conforme o reconhecimento dos próprios gráficos, o trabalho voltou e todos decidiram se sindicalizar.

"Chegamos logo depois de sabermos da greve. E nossa presença fez a diferença. Estávamos lá todos os dias, fazíamos assembleias com eles todas manhãs, definíamos a pauta até encontrarmos a solução coletiva para o impasse sem represálias para os funcionários ou a necessidade de ajuizamento", diz Alexandre Gaúcho, diretor do STIG. Ele fala que a saída encontrada para o problema salarial contou com a participação até de clientes da gráfica, que precisavam do produto, pendente pela greve.

A garantia de pagamento salarial, que passou a ser feito por semana para evitar o risco de novos atrasos, ficou condicionada que será paga a partir do dinheiro dos clientes que vai entrando. Há empresa tem muito serviço acumulado e outros mais para bastante tempo. Então, a cada serviço que entra, vai-se garantindo parte do dinheiro para os salários. Isso já começou a ser feito. Receberam desta forma na última semana. Em relação aos salários e outros direitos atrasados, como a empresa estava parada, acumulará caixa até julho, para iniciar em agosto, a cada mês, o pagamento da pendência. A classe aprovou e voltou ao trabalho.

Outro problema que foi resolvido pelo STIG-SP era o desejo do patrão de demitir. E, paralelo à isto, a insatisfação dos gráficos diante de tudo ocorrido. Grande parte não tinha mais ânimo em continuar na empresa. Além disso, embora tenha serviços por meses, a empresa ainda teria dificuldades para continuar com o atual quadro profissional. Assim, o STIG exigiu que se tivesse mesmo de haver desligamentos, só se fosse de forma voluntária e não imposta pela gráfica. Foi o que aconteceu. 84 aceitaram sair, desde que recebesse o FGTS e o Seguro-Desemprego, como ocorreu. A maioria estão se aposentando ou não queria mais ficar. E, segundo a informação de Gaúcho, o Sindicato estará entrando com processos judiciais para que todos recebam as suas verbas rescisórias. A empresa segue reestruturada para continuar ativa com 115 gráficos. Todos decidiram se sindicalizar. Eles entenderam o real significado de se ter e de fortalecer o seu sindicato. Seria muito difícil ter saído desta greve com uma solução desta sem que houvesse a atuação sindical. Só a unidade da classe trabalhadora junto ao seu sindicato faz a diferente. Juntos, são sempre mais fortes. "E todos ficaram satisfeitos, inclusive os que foram desligados. E o clima agora está bem melhor", fala Gaúcho.

"A cada dia fica mais evidente para os trabalhadores de qualquer local, sobretudo quando o patronal deixa de cumprir com as suas obrigações, que só com a presença dos sindicatos juntos da classe que se consegue criar mecanismos de solução em favor da categoria", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG-SP é filiada. Dentro desse contexto, o órgão estadual parabeniza o Sindicato da capital do Estado pela atuação efetiva junto dos trabalhadores, estes também de parabéns pela total sindicalização, o que é indispensável para fortalecer o STIG na luta em prol da classe.

written by FTIGESP

Mai 15

Na última semana, sem saber o porquê a gráfica Casa Publicadora, em Várzea Paulista, evitou de fazer sua rescisão contratual no Sindicato da classe (Sindigráficos), um trabalhador decidiu levá-la para a entidade. A ação consciente do profissional, seguindo inclusive a orientação sindical dada a todos da categoria quando isso ocorre, evitou a perda de quase RS 2 mil em direitos para ele. O órgão verificou que faltava na rescisão vários direitos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos gráficos, como cesta básica e PLR. Não havia nem mesmo aviso prévio. O Sindigráficos não ficou somente na constatação da irregularidade, que só foi possível identificar através da iniciativa do trabalhador que levou a rescisão para análise da entidade, depois da empresa ter negado isso. Com esta ação consciente, o Sindicato verificou a ausência de direitos e acionou a Casa Publicado de imediato. Frente a incontestável exposição da falta de direitos da CCT e outros, que totalizaram R$ 1.890, a gráfica reconheceu seu erro e comprometeu-se em pagar logo no dia seguinte. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP

Mai 15

written by FTIGESP

Mai 14

O incêndio seguido do desabamento do antigo prédio da Policia Federal, a 550 metros da sede da Federação Estadual dos Gráficos (Ftigesp), no centro de São Paulo, ocupado por famílias que não têm aonde morar, expõe o lado desumano das elites econômicas que controlam o Estado, bem como quais suas prioridades políticas quando assumem mandatos. E a Ftigesp garante que é possível fazer tal constatação ao observar o comportamento desses setores após tal tragédia que resultou em morte.

Enquanto o prefeito anterior buscava legalizar algumas das dezenas de prédios desocupados na região para serem utilizados como moradia dos sem teto com uma segurança mínima, atuais governantes dos setores endinheirados, como no caso de João Dória, prefeito eleito da cidade, que já deixou o cargo para concorrer ao governo do Estado, juntamente por seus aliados politicamente e midiáticos, preferem culpar as vítimas de morarem em condições precárias justamente pela falta de políticas.

"Ao invés de assumirem a responsabilidade com a garantia das pessoas ao direito constitucional à moradia, eles culparam as próprias vítimas de sua omissão legal de cuidar dessa política pública de habitação", critica Leandro Rodrigues, secretário geral da Ftigesp. Além disso, o dirigente destaca que também criminalizam os movimento sociais que organizam justamente estas populações sem teto para que não durmam na rua, onde muitos estão desempregados e outras até têm empregos mas não recebem o suficiente para pagar um aluguel e alimentar a sua família.

As declarações preconceituosas contra as populações em situação de rua e a campanha midiática para abalar a imagem de movimento social por habitação têm sido proclamadas desde quando ocorreu o acidente. "Mas, de forma efetiva, nem prefeito ou parte da mídia denunciam este absurdo desrespeito à lei no tocante ao direito das pessoas à moradia. Não ouvi meia culpa desses governantes e nem vi a mídia fazer matéria sobre a falta de política voltada à habitação da população carente. Falta mesmo é humanidade", falou Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

O descompromisso também é do governo federal, que era o detentor do prédio junto com a Prefeitura de São Paulo. O cenário mostra de como são tratadas as pessoas de baixa renda por seus governantes atuais. "E hoje existem mais de 70 prédios nas mesmas condições sem que nenhuma providência tenha sido tomada para a solução dos problemas", denuncia Del Roy. O dirigente cobra que algo seja feito para que novos acidentes e mortes não ocorram. É preciso que seja estabelecida uma ampla política habitacional para evitar o sofrimento deste já povo sofrido.

Infelizmente, após o golpe de Temer junto com os seus aliados políticos para tomar o comando do país, muitos dos políticos ligados ao partido de Dória e de Geraldo Alckmin, as populações sem moradia só crescem por conta da quase extinção do Programa Minha Casa, Minha, criado e ampliado nos governos Lula e Dilma, bem como pela falta de atenção aos pobres e a classe trabalhadora. "Em outubro, essa população deve banir esses políticos do seu voto, a começar não votando em Doria para governador do Estado, tampouco em qualquer outro para deputado ou para senador que estejam ligados ao PSDB e DEM", orienta a Ftigesp.

written by FTIGESP

Ir para página início  5 6 7 8 9 10 11 12 13 14  última