Mar 25

Homologação no sindicato volta a ser obrigado através de acordo coletivo

Todos trabalhadores da Valid que atuam nas unidades de Poupas Tempo e Ciretras em Jundiaí e demais cidades da região contarão outra vez com a proteção do Sindicato da casse (STIG) na hora da rescisão contratual. A entidade conseguiu convencer a empresa sobre a segurança jurídica da homologação sindical. Assim, a Valid garantirá a transparência de que todos os direitos trabalhistas convencionados e gerais dos empregados estarão sendo listados e quitados no momento da demissão dos mesmos, tudo sendo acompanhado pelo STIG e evitando as ações judiciais futuras.

A empresa aceitou restabelecer a obrigatória homologação da rescisão contratual dos funcionários no sindicato. Esta obrigatoriedade foi retirada com a nova lei da reforma trabalhista do governo Temer. "Desde setembro de 2017, quando esta lei vigorou, a Valid deixou de homologar conosco, o que gerou dúvidas sobre a transparência do pagamento dos direitos dos empregados demitidos", informa Leandro Rodrigues, presidente do STIG.

Desde então, há mais de um ano, o Sindicato atua junto às empresas para restabelecer a obrigatoriedade da homologação da rescisão no sindicato. Várias gráficas continuam fazendo a homologação no STIG. Será a vez agora da Valid. A empresa aceitou firmar um acordo coletivo de trabalho sobre este e outros assuntos, como o repasse das informações ao STIG sobre os nomes e locais de trabalho de cada funcionário. "Com esta lista, vamos consultar cada trabalhador in loco sobre os termos desse acordo, bem como fazer a campanha de sindicalização com eles", diz Rodrigues.

O acordo ainda não foi firmado, mas a empresa já garantiu que incluirá a volta da homologação sindical, como também já repassou a lista com os nomes dos funcionários e locais de trabalho. Também sinalizou, conforme o pleito do sindicato, que não fará banco de horas, mas pagará as horas extras conforme trata a convenção coletiva da categoria. Só se recusou a incluir este último ponto formalmente no acordo em fase de consolidação.

Além desse acordo, o STIG Jundiaí também garantiu um outro onde fez com que cada trabalhador tenha o direito de receber um salário nominal extra no ano, a título de PLR. Apesar da garantia disto para os gráficos, o sindicato não quis nada em troca de forma obrigatório. "Não incluímos desconto de parte desta PLR em favor do STIG diante da consolidação do acordo, como ocorreu em outras regiões. Deixamos o gráfico decidir livremente sobre esta contribuição. Ele é que decide se deverá fortalecer a sua entidade para continuar defendendo seus direitos", fala Rodrigues.

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Mar 22

Programa Diálogos com o Trabalhador do STIG Guarulhos alerta sobre os riscos ao futuro da aposentadoria se não houver plena reação. STIG convoca os gráficos para protestos hoje contra a reforma da Previdência

Na última quarta-feira (13), a nova edição do Programa Diálogos, promovido pelo Sindicato dos Gráficos (STIG) de Guarulhos, recebeu o presidente do STIG no estado do Ceará, Rogério Andrade, que é bacharel em Direito. Ele analisou a reforma da Previdência de Bolsonaro e os prejuízos sobre os respectivos direitos, como a consequência do fim da aposentadoria para a maioria da classe trabalhadora e uma redução radical do valor para aqueles que conseguirem. Outro dano significativo, conforme foi colocado por Rogério, será o fim prático da aposentadoria especial dos gráficos, que continuarão expostos a produtos químicos e a ruído e calor elevados. Ele sugeriu inclusive um outro programa sobre o tema diante do impacto radical da reforma sobre os gráficos que laboram em ambiente insalubre.

"Há, de fato, um grande e grave ataque ao futuro de sua aposentadoria com essa reforma previdenciária", afirma Rogério. O dirigente lembra que inclusive de outras reformas sobre o tema nos governos anteriores, mas sem qualquer consolidação ao fim do regime solidário da aposentadoria. Nesta atual, Bolsonaro atende o sempre desejo dos bancos para fazerem a privatização da Previdência via mudança de regime para capitalização. "Pelo novo regime proposto, a empresa ficará livre de contribuir com 20% na aposentadoria do funcionário, este que será o único responsável. Nem o governo contribuirá mais", alertou Francisco Wirton, presidente do STIG Guarulhos, durante o programa mediado pelo jornalista Guto Tavares.

Francisco, mais conhecido por Chiquinho dentro do movimento sindical, lembrou de outro ataque do governo para tentar reduzir a resistência dos sindicatos contra a reforma da Previdência: uma medida provisória onde dificulta a contribuição dos trabalhadores para os sindicatos do país. Este assunto inclusive foi debatido com o movimento sindical brasileiro dos gráficos horas antes deste programa, durante reunião da Confederação Nacional da categoria (Conatig), quando reuniu os STIGs de todo o País.

"Essa medida de Bolsonaro veio para acabar com o movimento sindical, mas não vamos baixar a guarda. Sabemos que os sindicatos os maiores norteadores dos movimentos sociais brasileiros. Portanto, combateremos essa medida provisória, sem deixar a centralidade do combate à reforma previdenciária", garantiu Wirton. Assim, o movimento sindical do Brasil realizará grande mobilização hoje contra a reforma. E, em Guarulhos, Chiquinho garante que haverá protestos e convoca os gráficos para participarem em defesa de direito de continuarem se aposentando.

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Mar 21

Em várias cidades do Brasil, panfletagens, atos, manifestações e assembleias serão realizadas na próxima sexta-feira, 22 de março, o dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência. A data marca a resistência dos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil contra o fim do direito à aposentadoria, que é o que vai acontecer se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, da reforma da Previdência de Jair Bolsonaro (PSL), for aprovada pelo Congresso Nacional, onde está tramitando. Em São Paulo (SP), a manifestção será às 17h, em frente ao MASP, na Avenida Paulista. Participem! LEIA MAIS 


FONTE: STIG ABC e STIG BARUERI/OSASCO

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Mar 21

A proposta de reforma da aposentadoria dos militares entregue pelo governo Jair Bolsonaro prevê uma série de benefícios para a categoria. Um deles é aumentar para oito soldos (como é chamado o salário base dos militares), pagos em uma única parcela, a indenização recebida pelos militares quando eles se aposentam. Hoje, o pagamento é de quatro soldos. Já para o trabalhador se aposentar pelas regras de Bolsonaro terá de trabalhar e contribuir por 40 anos, e, mesmo assim, terá uma valor menor diante das mudanças nos cálculos para concessão da aposentadoria, sem falar em outras alterações que desfalcará em 40% do valor do benefício. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Mar 21

O trabalhador demitido entre o dia primeiro é o dia trinta de setembro, terá direito a mais um mês de salario nominal a título de indenização. Ao fazer sua rescisão entre em contato com o sindicato para verificação de seus direitos. LEIA MAIS 


FONTE: STIG GUARULHOS 

written by FTIGESP

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