Ago 09

Foram empossados no mês de Julho de 2018 a novaDiretoria do Sindicato dos Trabalhadores Gráficos, a direção foi reformulada compondo como presidente o Companheiro Sandro Ramos. "É o momento decisivo para a classe trabalhadora, momento de conscientização e fortalecimento, nossa Diretoria esta empenhada na defesa e proteção de todos os trabalhadores e trabalhadoras. E você trabalhador e trabalhadora, continuará sendo convencido pelo discurso patronal e neoliberal?" conclui Sandro. LEIA MAIS 

FONTE: STIG TAUBATÉ 

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Ago 09

O Sindicato dos Gráficos de Guarulhos e Região oferece convênio com Dentista para os Trabalhadores e seus familiares dependentes, incluindo as crianças. Na sede e subsede do Sindicato há dois consultórios odontológicos completamente equipados para atender os Gráficos. Para obter este benefício a contribuição simbólica é de R$ 15. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Ago 08

Trabalhadores autorizaram o sindicato a negociar renovação dos direitos da convenção e o reajuste salarial somente para gráficos sindicalizados

A decisão de incluir só aos sindicalizados os benefícios da negociação coletiva em curso entre os patrões e o Sindicato dos Trabalhadores Gráficos (STIG) de Santos e mais oito cidades da região foi tomada pela própria categoria presente na assembleia no sindicato há poucos dias. Essa é a primeira vez que a classe toma esse tipo de deliberação em decorrência dos efeitos negativos da nova lei do trabalho. Com isso, a pauta de reivindicação aprovada também na assembleia e encaminhada à negociação com o sindicato patronal só beneficiará, caso aprovada, os trabalhadores que se sindicalizarem durante esta campanha salarial.

A atual convenção perde a validade no final deste mês, um vez que a data-base dos gráficos da Baixada Santista é em 1º de setembro. Assim, todos cláusulas sociais e econômicas deixam de ser obrigatórias. Só a negociação coletiva realizada pelo STIG pode evitar este prejuízo, mas dependerá da participação da categoria nesta difícil campanha salarial. Logo, a fim de garantir que mais trabalhadores sejam beneficiários desta negociação coletiva, o STIG começou uma campanha de sindicalização, pois, conforme a assembleia, somente os sócios serão contemplados.

"Nossa meta é percorrer todas as empresas da região, explicando todos os novos prejuízos dos trabalhadores de não se sindicalizarem, como não ter mais os nossos direitos convencionados negociados agora pelo STIG", explica Jorge Caetano, secretário-geral do Sindicato. O reajuste salarial também é definido através desta negociação. O dirigente fala que as visitas serão realizadas até o final do mês, antes da data-base.

Para Sueli Reis, presidente do STIG Santos, esta será a oportunidade de todos trabalhadores da categoria se sindicalizarem para garantirem consequentemente os direitos coletivos e o reajuste salarial para todos. "Justos, somos mais fortes. E essa é nossa única solução para o nosso enfrentamento contra absurdos postos na nova lei do trabalho", avalia. Além das gráficas da cidade de Santos, o Sindicato também visitará os funcionários de todas empresas nas cidades de São Vicente, Bertioga, Guarulhos, Cubatão, Praia Grande, Monguagá, Itanhaém e Peruíbe.

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Ago 07

Na última semana, uma comissão de gráficos sindicalizados da empresa Bilpress em Itupeva, ao lado de dois dirigentes sindicais, reuniu-se com o diretor do novo grupo econômico que assumiu a gráfica deixada pelo antigo grupo com uma dívida de R$ 5,5 milhões, entre impostos, dívidas trabalhistas e com os fornecedores. Estes dados foram repassados pelo novo diretor como justificativa diante da cobrança do não recolhimento do FGTS e do PLR dos trabalhadores no último ano, bem como o não pagamento de verbas rescisórias de gráficos demitidos anteriormente. Ele assumiu tais passivos, embora precisa analisá-los. Porém, pediu até quatro meses para sanar parte das falhas gerais herdadas, como com o principal fornecedor, evitando que a Bilpress produza seis vezes mais. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Ago 07

A categoria gráfica tem sentido na pele os efeitos da Reforma! Além de trabalho intermitente e a demissão de comum acordo, o setor sempre sofreu com a alta rotatividade dos trabalhadores e contratos temporários. "Assim, fica fácil o patrão demitir um trabalhador que tenha um salário mais alto para contratar outro profissional novo na casa ganhando menos e desenvolvendo a mesma função. Infelizmente, o setor gráfico tem sofrido com essa realidade. Há cinco anos, éramos em 15 mil trabalhadores gráficos, hoje, somos em média 10 mil", afirmou o presidente do Sindigráficos, Álvaro Ferreira da Costa. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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