Jun 05

Nos próximos 50 dias, a gráfica Index Label em Cajamar terá de mostrar ao Sindicato da classe (Sindigráficos) como fará o pagamento do FGTS dos trabalhadores. Ela deixou de recolher há dois anos. E, agora, após denúncias dos trabalhadores ao sindicato, a irregularidade está com os dias contados. O caso chegou na Justiça do Trabalho. Em função disso, a empresa precisou reconhecer a falha e teve que se comprometer em mostrar uma solução definitiva no período. O anúncio foi feito na última semana pelo advogado da gráfica ao jurista André Marques Laurindo, representante do Sindicato, na Vara do Trabalho de Cajamar. E daqui a 13 dias, será a vez do Jornal de Jundiaí enfrentar a Justiça por também ter sonegado o FGTS da classe faz tempo. Haverá uma audiência para julgar a ação coletiva do sindicato em prol de todos os gráficos do local. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP

Jun 04

Na última semana, durante a entrega do jornal do Sindicato dos Gráficos de Jundiaí (STIG) pelas empresas do ramo em Cajamar, o órgão flagrou a produção da Bentech repleta de trabalhadoras sem qualquer registro. Havia inclusive exploração da mão de obra de mulheres vindas do Haiti. A quantidade de trabalhadoras brasileiras e haitianas clandestinas era grande. Superava o quadro de profissionais com a carteira de trabalho assinada. A irregularidade foi descoberta em um prédio auxiliar próximo ao galpão principal da gráfica. O sindicato suspeita de que a empresa tentava encobrir a exploração ilegal da mão de obra dessas mulheres. O caso já foi enviado ao setor de fiscalização do Ministério do Trabalho.

No galpão, o sindicato levantou que elas recebiam por dia para atuar no setor de acabamento sem proteção legal em caso de acidente e doença. Também eram excluídas dos direitos da convenção coletiva de trabalho da classe e da CLT. Sem direito às férias, 13º, FGTS, INSS. Recebiam abaixo do piso salarial. Eram descartáveis e violadas em seus direitos. Dos atuais 25 profissionais da gráfica, o Sindicato acredita que 15 estão convivendo nesta situação, submetendo-se a uma exploração medieval. Destas, foram identificadas, ao menos quatro imigrantes haitianas. Além do caos de terem de abandonar seu país natal, elas ainda enfrentam tal violação extrema de direitos no Brasil, praticada pelo dono da Bentech.

"A Bentech conseguiu superar em desumanidade até a retrógrada nova lei do trabalho. De forma ilegal, a empresa retira ainda mais direitos. E avança em atrasos piores que os novos contratos de trabalho precários. Aliás, nem contrato se julga mais necessário fazer com o empregado", repudia Leandro Rodrigues, presidente do STIG Jundiaí. Foi o dirigente que flagrou a situação das mulheres laborando no galpão alternativo da empresa, que tem funcionado no prédio da antiga empresa Cajagraf.

O STIG revela que não é a primeira vez que a Bentech tenta agir fora da lei, apesar de só estar há cinco anos na região. No passado, foi necessário a atuação sindical para corrigir o atraso salarial constante no local. Também agiu diante de demissões em massa. E ainda lutou para que os trabalhadores recebessem as suas verbas rescisórias na justiça.

No caso atual, uma fiscalização do Ministério do Trabalho já foi pedida pelo sindicato. Contudo, além da autuações e sanções previstas diante da manutenção de funcionários clandestinos, o STIG acionará o INSS. A entidade solicitará uma fiscalização no local, já que as gráficas estão desprotegidas. Elas correm risco de doença e acidentes sem ter a guarida dos benefícios previdenciários, ou de qualquer outro direito já que estão sem a carteira assinada. A violação de direitos é significativa. Ademais, o sindicato já estuda procurar outros órgãos competentes para tratar o caso do trabalho clandestino das imigrantes do Haiti na Bentech.

Além disso, todas trabalhadoras também podem procurar o STIG para que o setor jurídico busque na Justiça o devido registro profissional e ainda todos direitos e salários negados durante o tempo clandestino. A entidade aproveita e lembra as profissionais que apenas unificadas e em torno da entidade de classe toda essa violação de direitos pode acabar. Juntos, somos sempre mais fortes. Sindicalize-se AQUI e agora mesmo!

"Parabenizamos a ação efetiva do STIG e deixamos claro para todos os gráficos que apesar de toda campanha difamatória contra o movimento sindical, o sindicato continua sendo o único caminho para o trabalhador recorrer em defesa dos seus interesses", ressalta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, entidade na qual o STIG Jundiaí e filiado. O único caminho é o sindicato ainda mais agora com a validação da nova lei do trabalho que deixa reduzir e retirar direitos da classe trabalhadora como tem sido verificado na gráfica Bentech com a mão de obra clandestina, inclusive com imigrantes, negando os direitos gerais e convencionados.

written by FTIGESP

Jun 01

Ftigesp alerta classe para maior sonegação do FGTS diante da nova lei. Se a rescisão contratual for na empresa, leve para conferencia do STIG

Antes ainda da validade da nova lei do trabalho, em novembro de 2017, quando o governo Temer e políticos aliados destruíram um conjunto dos direitos dos trabalhadores, inclusive deixando o gráfico sem fiscalização dos seus direitos quando são demitidos, as gráficas já vinham deixando de recolher o FGTS de seus funcionários. E, agora, com a nova lei onde permite a quitação da rescisão do contrato de trabalho sendo feito nas empresas, sem o monitoramento do sindicato, o risco de o trabalhador perder grande parcela do FGTS e de outros direitos, sem saber, é maior. A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) orienta os 19 sindicatos da classe (STIGs) no Estado a alertar os trabalhadores prestarem atenção em seus direitos, a exemplo do FGTS, sobretudo quando são demitidos.

Os STIGs precisam continuar pressionando as empresas para que seja feita a conferência sindical na hora da rescisão/quitação contratual dos gráficos. Quando se negarem, os empregados devem desconfiar de que os patrões podem está negando algum de seus direitos, como o FGTS. É comum o sindicato descobrir falhas quando fiscaliza a rescisão. Isso porque a entidade toma cuidado para que a mesma esteja correta. Ver inclusive que os reajustes dos últimos anos estão certos, se a empresa está cumprindo corretamente a PLR, cesta básica, entre todos o direitos e as verbas rescisórias", conta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

Uma das atenção do trabalhador nesta hora, e até antes, é com o seu FGTS. É preciso verificar se todos os recolhimentos foram realizados. A empresa é obrigada a depositar todo mês a quantia de 8% do valor de sua remuneração. E quando o patrão faz a sua rescisão contratual, a Caixa Econômica emite um extrato do valor acumulado, mas apenas os saldos existentes. Neste hora, é difícil o trabalhador sozinho saber se o valor corresponde a todo o período trabalhador, ou de alguma parte. Eis a necessidade da presença do sindicato neste momento, ou então que o trabalhador leve a rescisão para a conferência da entidade da categoria.

Mas é preciso que o gráfico busquem informações sobre os depósitos e saldo do seu FGTS. Neste sentido, a Ftigesp orienta o trabalhador a usar algumas das dicas e canais disponíveis da Caixa Econômica (CEF). É importante que o empregado mantenha em dia o seu Cartão Cidadão. Com ele, consegue-se acessar/sacar seu FGTS e ainda consultar o PIS. É possível ainda pedir junto a unidade bancária um extrato analítico dos depósitos do FGTS de todo o período de trabalho pela sua empresa.

Além disso, poderá usar aplicativo disponível para celular que a CEF disponibilizar, utilizando o seu PIS com a sua senha do cartão cidadão. O instrumento permite saber os dados de seus últimos lançamentos. Ainda possibilita acessar o extrato completo do FGTS de todo o período de trabalho. Até extratos de contas inativas do fundo de garantia é possível verificar.

"Os gráficos no momento de suas rescisões fiquem bastante atentos em relação a seus direitos. Saibam que as empresas estão utilizando-se da nova lei, fazendo suas homologações nas empresas para buscar retirar direitos dos gráficos, como o FGTS", frisa Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. O dirigente alerta os trabalhadores para autofiscalizarem os seus depósitos e denunciem ao STIG em caso de problemas. Em caso de dúvidas, procure o único caminho que defende os trabalhadores que são os sindicatos para buscar reaver os seus direitos. Sindicalizem-se!

written by FTIGESP

Mai 31

Embora não tenha o registro anterior de falhas pelo Sindicato da classe (Sindigráficos), a Grafsete, em Cabreuva, a 20 km de Jundiaí, acaba de ser denunciada por prejudicar direitos dos trabalhadores. A lista é vasta. Ela aponta que o FGTS e o INSS não são recolhidos há cinco anos. Há queixa de atraso salarial. De que o vale-alimentação é insuficiente para comprar os itens da cesta básica da Convenção Coletiva de Trabalho da classe. E que deixou de pagar a 1ª parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2018. As denúncias contam que até as férias são pagas ilegalmente de forma parcelada. O Sindicato notificará a gráfica até a próxima semana para ela justificar e corrigir o que for procedente. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP

Mai 31

Juristas de todo o Brasil têm intensificado manifestações sobre o viés político da condenação do ex-presidente Lula. O professor de Direito Processual Penal da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) Afrânio Silva Jardim é categórico: "Lula foi condenado por receber o que não recebeu e por lavagem de dinheiro que não lhe foi dado", afirma em entrevista à jornalista Solange do Espírito Santo. O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão também apontou a motivação política para a condenação de Lula e mostrou a total inconsistência da sentença proferida por Sérgio Moro. Para ele, Moro e o Ministério Público Federal não querem provar nada, mas condenar Lula para tirá-lo da disputa eleitoral. Para nós, sindicalistas, o indício de que a prisão de Lula é política é a pressa que o juiz Sérgio Moro teve. Esse é o processo que andou mais rápido em toda a história jurídica do país. LEIA MAIS 

FONTE: STIG ABC

written by FTIGESP

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