Abr 11

A legislação trabalhista obriga toda empresa, incluindo gráficas e jornais, a pagar as verbas rescisórias, FGTS (e multa de 40%) e liberar o seguro-desemprego do trabalhador até 10 dias da sua demissão. O Jornal Jundiaí (JJ), por sua vez, não tem pago nem o salário dos trabalhadores da ativa. Não à toa muitos gráficos estão demitindo a empresa através do Sindicato da classe (Sindigráficos) pela ação judicial de rescisão indireta. Por meio dela, a carteira do trabalho é dada baixa e todos direitos são preservados. O impressor pleno José André da Silva, com quase 17 anos no jornal, por exemplo, já se preparava para fazer o mesmo quando recebeu seu aviso-prévio em dezembro. Porém, passados quase três meses, o jornal sequer pagou salários e PLRs atrasados, não depositou todo FGTS, nem liberou o que já havia na conta, tampouco quitou as verbas. Deve uns R$ 80 mil. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Abr 11

55 11 96476-4026. Este é o WhatsApp do Sindicato dos Gráficos. Mais uma ferramenta e comunicação para atender os Trabalhadores e Trabalhadoras. Reserva da Colônia, Denúncias e qualquer outros assuntos inerentes ao Sindicato. LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS

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Abr 11

Na último domingo (7), teve início o 24º Campeonato de Society do STIG no Metal Clube!. Confira os resultados dos jogos da primeira rodada. LEIA MAIS


FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Abr 10
Ao invés do governo Bolsonaro cobrar dos patrões devedores do INSS (R$ 499 bilhões em dívidas) e de rever as isenções previdenciárias para empresas (R$ 60 bilhão por ano), o governo Bolsonaro diz que existe um rombo da Previdência que necessita da mudança na lei, mas sem corrigir tais problemas. Pelo contrário, defende uma reforma onde eleva privilégio de militares, mantêm os dos juízes e políticos, amplia a isenção patronal e restringe significativamente o direito à aposentadoria dos trabalhadores com o aumento de décadas de contribuição e com a redução do benefício. A fim de esclarecer os gráficos de Bauru sobre os riscos dessa reforma com o objetivo de que reajam contra sua aprovação, o Sindicato da classe (STIG) elaborou um material e vem distribuindo nas gráficas da região.

O material intitulado "Só para se ter uma ideia da caixa de maldades" tem sido distribuído quando há atividades nacionais do movimento sindical em defesa do direito à aposentadoria e à pensão da classe trabalhadora. "No mês passado, por exemplo, enquanto parte dos sindicatos dos gráficos estavam protestando na Avenida Paulista contra a reforma previdenciária, diretores do STIG Bauru faziam a panfletarem em empresas da região, a exemplo da Tilibra", informa Amilton Kauffman, presidente do Sindicato.

Os trabalhadores da produção da Editora Tilibra foram alertados para os riscos da reforma através da panfletagem feita pelos sindicalistas Antônio Santos, Odair Marcuíca, Rodrigo Oliveira e Vera Regina. O material trazia sobre o fim praticamente da aposentadoria especial do gráfico (concedida com 25 anos de trabalho insalubre). Não haverá sequer nem mesmo uma convenção do tempo de trabalho especial em comum, onde reduzia o tempo restante para que o gráfico se aposentasse por tempo de serviço.

A reforma traz diversas e novas exigências que acabará com a especial. Sem falar nos novos critérios também sobre a aposentaria por tempo de contribuição, a qual praticamente acaba, uma vez que cria a idade mínima para a concessão e condicionada a 40 anos de contribuição ao INSS para a obtenção do direito de receber o benefício com valor integral.

Não para aí as "maldades". Usa a reforma da Previdência para atacar os direitos trabalhistas. Pelas regras, os gráficos deixarão de receber abono anual do PIS. Afeta todos que recebem acima do salário mínimo nacional e até dois salários. O FGTS dos gráficos aposentados que continuam no trabalho também deixa de existir, tanto o depósito mensal, quanto a multa de 40% quando for demitido. "Precisamos mostrar a nossa indignação. Precisamos nos unir contra tal reforma", o STIG conclama todos gráficos.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), órgão que o STIG Bauru é filia, realça esse tipo de participação do sindicato junto da categoria para Buscar formas de conscientização e mobilização da classe trabalhadora contra a reforma da Previdência. "É necessário que todos os STIGs se engajem nesta luta. Entre as tarefas, devem acionarem os políticos de suas regiões e demonstram a rejeição da categoria a essa reforma, que só visa retirar/reduzir os direitos. Portanto, será uma traição do político que aprovar isso", pontua Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

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Abr 09

Na última sexta-feira (22), diferente do que pensa o superministro de Econômica de Bolsonaro, Paulo Guedes, ao defender as mudanças radicais na regra da Previdência onde fará com que os trabalhadores morram sem aposentadoria, o Sindicato dos Gráficos (Sindigráficos) defendeu justamente o contrário ao protestar na Avenida Paulista, na capital do estado. A entidade se somou a outros sindicatos inclusive contra o governador paulista João Dória, que defendeu a reforma da Previdência de Bolsonaro na íntegra. Se ela for aprovada, elevará em bastante anos o tempo de contribuição dos trabalhadores ao INSS e ainda rebaixará significativamente o valor do benefício para poucos que sobreviverem após 40 anos de trabalho em condições precárias. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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