Abr 23

As 10 centrais sindicais brasileiras, reconhecidas formalmente ou não, se uniram de forma inédita para a manifestação de 1º de Maio deste ano, marcada para a Praça da República, região central de São Paulo. Também vão participar do ato as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Ao divulgar a atividade na manhã desta quinta-feira (11) na Praça Ramos de Azevedo, também no centro, dirigentes destacaram a necessidade de somar esforços para combater o governo Bolsonaro e suas medidas, com destaque para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6, de "reforma" da Previdência. LEIA MAIS

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Abr 23
Devido a um curto circuito ficamos completamente no escuro nos últimos dois dias, mas graças a Deus e muito trabalho já estamos restabelecidos e prontos para receber os trabalhadores nessa semana Santa. LEIA MAIS

FONTE: STIG GUARULHOS

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Abr 23
Respaldado pelos gráficos depois da primeira reunião com dirigentes do Sindicato da classe (Sindigráficos), a entidade notificou a Log&Print para que a empresa retome condições laborais e direitos reduzidos no local. A notificação, solicitada pelos empregados, convoca a empresa para que se reúna com a entidade a fim de tratarem de uma solução sobre os retrocessos trabalhistas dentro da gráfica, os quais foram listados pelos próprios trabalhadores durante um encontro no Sindicato dos Químicos de Valinhos. Tanto a notificação sindical, quando cada item dessa lista de problemas e o pleito de solução integram o plano de luta dos gráficos. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Abr 22

A assembleia foi remarcada para o fim de maio, podendo acontecer até em junho. Uma comunicação de repúdio foi enviada a Fábio Carvalho e à editora Abril, protestando contra mais este novo pedido de adiamento

A assembleia dos credores da Recuperação Judicial (RJ) do grupo Abril, etapa processual onde pode definir um plano com valores das dívidas com os trabalhadores, bem como prazos para o pagamento dos direitos trabalhistas e os demais passivos, foi adiada novamente. A pedido da editora, que continua funcionando e lucrando mesmo não pagando os mais de mil trabalhadores demitidos há mais de 8 meses, a 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central da Capital acatou este pedido empresarial. Com isso, enquanto se mantêm o calote nos direitos de centenas de gráficos, jornalistas, administrativos e nos seus familiares, o Poder Judiciário estende o martírio da classe trabalhadora.

Frente à situação, o movimento sindical formado pelas classes afetadas convocou uma assembleia com os trabalhadores e lá decidiram retomar as manifestações públicas contra o calote em curso. Por alguns meses, os protestos haviam parados depois da confirmação de Fábio Carvalho como comprador da empresa. Ele havia realizado reuniões e sinalizou o pagamento das dívidas com valor de até R$ 250 mil. Em outra ocasião, apontou valores mais modestos e os condicionou à aprovação do plano de recuperação pela assembleia de credores e a validação pela Justiça.

Mas, diante do novo adiamento da assembleia, aprovada judicialmente, que manterá a indefinição sobre o pagamento e estenderá o sofrimento dos trabalhadores, as manifestações estarão de volta. A assembleia foi remarcada para o fim de maio (28), podendo acontecer até em junho (5). Uma comunicação de repúdio foi inclusive enviada para Fábio Carvalho e à editora Abril, protestando contra mais um novo pedido de adiamento.

Não ficou só no repúdio. Na segunda-feira (15), teve um protesto digital nas redes sociais da empresa, na ocasião do Fórum das revistas Veja e Exame para debater sobre o país. O evento contou até com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. O Poder Judiciário também está sendo questionado pelos trabalhadores demitidos. Estão enviando cartas e e-mails para o juiz do caso, Paulo Furtado. Estão contando os dramas desde quando a Abril os demitiu e não pagou os seus direitos. O e-mail são enviados para sp2falencias©tjsp.jus.br e as cartas para a Praça João Mendes, s/nº, Salas 1618/1624, Centro - CEP 01501-900

Nesta semana também será planejado um grande protesto na frente da editora, na Marginal – local onde concentra jornalistas, gráficas e demais profissionais. De lá, a intenção inicial é de que comissões ainda seguirão para o escritório contábil da Abril, em Pinheiros, e para o Foro Central da Capital no centro de SP.

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Abr 18
Na terça-feira (16), duas semanas depois que a empresa simplesmente fechou após decretar autofalência sem prévia comunicação, os trabalhadores da RR Donnelley, da unidade de Barueri, puderam pegar seus pertences pessoais que estavam dentro da empresa. Além disso, os trabalhadores entregaram a Carteira de Trabalho para a Donnelley. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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