Nov 27

Os trabalhadores gráficos da empresa Valid que prestam serviço de atendimento e impressão eletrônica nos postos dos Poupa Tempo e Ciretrans receberão no próximo mês de Abril uma Participação nos Resultados equivalente a um salário nominal que cada trabalhador recebe mensalmente. Eles entenderam a importância do Sindicato nas negociações e conscientes da manutenção e importância da luta de classe apresentaram a proposta de repasse de 5% do valor recebido para o Sindicato. LEIA MAIS 


FONTE: STIG SANTOS 

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Nov 27

Há poucos dias, depois de três anos de uma batalha judicial iniciada pelo Sindicato dos Gráficos (Sindigráficos) em defesa dos trabalhadores da Rumograf em Indaiatuba, que fechou a empresa sem pagar as verbas rescisórias de ninguém, o 15º Tribunal Regional do Trabalho (TRT) tomou uma importante decisão após a sentença favorável da Vara do Trabalho local. O desembargador Manoel Samuel Ferreira Carradita impediu que fossem retirados do processo, como pediram os advogados da Rumograf, os nomes de sócios da empresa. Com isso, os sócios continuam como responsáveis e os seus bens como garantias do pagamento do passivo, como o imóvel da Rumograf, estimado no valor atual de aproximadamente R$ 2 milhões. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Nov 27

Os Trabalhadores Gráficos podem contar com assessoria jurídica oferecida pelo Sindicato. Conferindo algumas rescisões efetivadas sem a supervisão do Departamento Jurídico do Sindicato, respaldadas pela Reforma Trabalhista que tirou essa obrigatoriedade, verificou-se que algumas empresas vêm se aproveitando da nova legislação para causar prejuízos aos Trabalhadores, deixando de pagar direitos. Conforme explica o advogado Dr. José Maria, muitas vezes o Trabalhador desconhece seus direitos. "Muitos assinam o recebimento do valor constante do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, dando quitação, entretanto, nada recebem. Uma verdadeira fraude", alerta. LEIA MAIS 


FONTE: STIG GUARULHOS

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Nov 27

Tramita no Senado Federal uma nova proposta que altera a atual legislação trabalhista para gestantes, implementada em 2017 pelo governo de Michel Temer. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 230/2018 determina às mulheres grávidas o direito de serem afastadas do trabalho e proíbe que se exerçam atividades insalubres em grau máximo. No entanto, apesar de revogar a "reforma" trabalhista, o PLS não garante às lactantes os mesmos direitos. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Nov 26

Sindicalistas com gráficos e jornalistas demitidos pela editora usaram os seus corpos para barrarem a saída de caminhões da Veja na sexta-feira

Na última sexta-feira (23), os caminhões com a Revista Veja tiveram que ficar no pátio da empresa diante do protesto dos sindicatos de classes de profissionais demitidos há meses pela editora Abril e que ainda não receberem seus direitos trabalhistas. Para isso, mesmo com a presença da polícia no local, os manifestantes se deitaram na frente do centro de distribuição e bloquearam a saída dos veículos por horas, atrasando a entrega dos exemplares aos pontos de distribuição e comercialização.

"O ato é uma forma de chamar atenção pública e da editora para ela desistir da manobra jurídica em curso que busca abrigo na recuperação judicial para não pagar as dívidas trabalhistas de 1,5 mil profissionais de várias áreas", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade presente no ato em prol das centenas de gráficos desligados e sem o recebimento dos direitos trabalhistas.

O mais grave é que além de não pagar, a Abril não dá perspectiva de que fará, mesmo diante da sistemática insistência dos setores jurídicos dos sindicatos para que os débitos trabalhistas sejam quitados à parte dos demais credores dessa recuperação judicial da editora. Para piorar, os trâmites iniciais da recuperação judicial tiveram até aval judicial para recomeçarem só no próximo ano, dificultando a vida dos trabalhadores sem emprego e que passam dificuldades por não receberem os direitos.

"Não é justo incluir os direitos dos trabalhadores como se fosse o credor normal da empresa, como bancos e fornecedor. Os gráficos, jornalistas, administrativos e distribuidores laboraram por vários anos e há leis que os protegem que devem ser garantidas", disse Del Roy no ato ao lado da presidente do Sindicato dos Gráficos (STIG) de SP, Elisângela Oliveira, e do presidente do STIG Jundiaí, Leandro Rodrigues. O jurista do STIG-SP, Raphael Maia, que também é do Sindicato dos Jornalistas (SJSP), também estava presente, ao lado do presidente do SJSP, Paulo Zocchi, além de Domingos, presidente do sindicato dos Administrativos.

Desse modo, o movimento sindical antecipa que a pressão política deve aumentar enquanto a Abril não adiantar parte ou a totalidade das dívidas trabalhistas, independente da recuperação judicial. Para avaliar o ato de sábado e fazer o planejamento de novos protestos, o movimento já fará uma reunião no STIG-SP nesta terça-feira (27).

No último sábado, tiveram 60 pessoas no ato, mas a lista de demitidos é bem maior, com 800 só em agosto. Portanto, os sindicatos esperam contar com mais pessoas nos novos protestos. "Os demitidos que não participarem jogam contra si mesmos, reduzindo a pressão crucial para que a justiça seja feita através do pagamento das dívidas", fala Del Roy. Também é vital nesta luta por justiça o apoio dos trabalhadores da Abril que continuam empregados. Afinal, não existe garantia de emprego para ninguém, tampouco que sofram o mesmo que ocorre com os demitidos.

Ademais, a editora penaliza todos com a recuperação judicial, inclusive os que continuam trabalhando. Afinal, embora a Ftigesp e o STIG-SP já tenham garantido o direito convencionado da PLR a todos os gráficos, a editora adiantou R$ 700 para todos à título de PLR, mas descontará tal valor do 13º salário, passando por cima de tudo, pois manobrou e incluiu a PLR numa lista dos créditos trabalhistas da dita recuperação judicial. E já passou a cobrar do filho dos gráficos para ele usar o plano de saúde.

"Portanto, a luta é de todos, sejam demitidos ou da ativa, pois quanto mais companheiros se fizerem presentes nestes movimentos, mais será a possibilidade dos sindicatos buscarem junto à direção da empresa antecipar o mais rápido o pagamento dos direitos pendentes", finaliza Del Roy. #PAGACIVITA!

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