Dez 14

São pequenas as possibilidades de aprovação da reforma pretendida pelo governo, mesmo reduzindo consideravelmente o saco de maldades. Porém, o que mais preocupa os trabalhadores que já participam do INSS são as regras de transição. Confira a primeira analise do advogado do STIG Santos, Sergio Pardal Freudenthal. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS 

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Dez 14

O maior objetivo de um Sindicato é defender e ampliar os direitos trabalhistas, além de lutar pela valorização e reconhecimento de determinada categoria. Para isso, o STIG Sorocaba trabalha diariamente visitando gráficas de sua base, conversando com os trabalhadores sobre as principais demandas da categoria e lutando para conquistar ganhos reais em todas as Campanhas Salariais e para firmar mais parcerias para os associados. Para fortalecer nossa luta e ter acesso a todas as facilidades que o Sindicato proporciona, o trabalhador pode se associar ao STIG Sorocaba. Nossa base compreende as cidades de Itu, Itapetininga, Porto Feliz, Salto de Pirapora, Votorantim, Araçoiaba da Serra, Capela do Alto, Boituva, Iperó, Salto, São Roque, Piedade, Tapiraí, Pilar do Sul, Sarapuí, Tatuí, Cerquilho, Mairinque, São Miguel Arcanjo, Capão Bonito, Angatuba, Guareí, Porangaba, Cesário Lange, Tietê e Sorocaba. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SOROCABA 

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Dez 14

Após várias reuniões entre o Sindicato dos Trabalhadores e o Sindicato Patronal foi celebrado o Acordo Coletivo. Infelizmente não foi o acordo que gostaríamos, porém, foi garantido aos trabalhadores Reajuste Salarial, Cesta de Alimentos, PLR, dentre outras várias cláusulas que traz vários benefícios ao trabalhador e em especial às mulheres trabalhadoras, como o Auxílio Creche. Maiores informações na Diretoria: 12-99776-6773 ou 12-99149-7261 sandroramos©setorgrafico.org.br. LEIA MAIS 

FONTE: STIG TAUBATÉ

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Dez 13

STIG Santos e entidades de outras classes da Baixada Santista puxarão novos protestos para pressionar políticos contra a reforma previdenciária

Nesta quinta-feira (14), o direito da classe trabalhadora à aposentadoria pública corre grande risco. A Câmara dos Deputados planeja iniciar as discussões da reforma da Previdência nesta data. E começar a votação na segunda-feira (18), como previu o presidente da casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante uma reunião recente com Michel Temer (PMDB-SP). Portanto, ou o movimento sindical reage significativamente, com ou sem suas centrais, ou o governo pode conseguir o apoio dos 308 deputados para aprovar tal medida nefasta. Foi por isso que, acertadamente, parte dos sindicatos brasileiros não recuou dos protestos marcados na última semana no país, a exemplo do Sindicato dos gráficos de Santos (STIG).

A entidade se juntou a outras classes, mesmo diante da desmobilização definida pelas centrais, que, coincidentemente ou não, a mídia divulgava o aceno do governo sobre uma liberação de R$ 500 milhões para elas. O valor trata-se da contribuição sindical dos trabalhadores entre os anos de 2008- 2015, confiscado pelo governo ao invés de passar às centrais.

"E vamos voltar às ruas esta semana e a outra, enquanto for necessário, em defesa da aposentadoria do trabalhador, mesmo que as centrais não participem outra vez. O movimento sindical precisa é se desgrudar das suas centrais, caso não assumam seus papéis nesta grande luta", fala Jorge Caetano, presidente do STIG da Baixada Santista. O dirigente, na semana passada, juntou-se com as entidades sindicais dos Químicos, Metalúrgicos, Petroleiros, Advogados e ainda a Frente Sindical Classista (coletivo do conjunto de servidores públicos federais e estaduais), para manter na região o protesto nacional contra reforma previdenciária, cuja as centrais sindicais decidiram cancelar sem discussão com suas bases.

Caetano, que não esconde a insatisfação com a posição tomada pelas centrais, esperando que isso não se repita agora, adianta que não tem mais certeza se o STIG Santos continuará filiado à Força Sindical. Ele inclusive criticou duramente todas as centrais durante o Programa Ponto de Vista, na TV Santa Cecília de Santos, realizado na última semana, logo no dia seguinte aos protestos dos sindicalistas, realizados no centro da cidade e no bairro do Gonzaga - relevante centro comercial santista -, que contou com a adesão da população em geral, além dos sindicatos.

"Agora, com o anúncio de Maia, o movimento tem que ir todo para rua. É preciso defender o direito da aposentadoria dos trabalhadores no Brasil, com ou sem centrais", convoca Caetano. O dirigente conta inclusive que cresce a adesão de novos sindicatos que já confirmaram o interesse de integrar as novas manifestações na Baixada Santista contra a reforma. Ele fala que, diante da boa aceitação e participação da população nos protestos da última semana, o modelo das novas manifestações mudará no local. "Priorizaremos ações em praças e em horários que causam um menor transtorno para as pessoas, a fim de trazê-los para o nosso lado em defesa do direito do trabalhador continuar se aposentando", revela.

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Dez 12

Depois de conseguir a renovação de um acordo coletivo (ACT) em favor dos 100 gráficos da filial da Inapel em Jundiaí, definindo a jornada de trabalho só de 2ª a 5ª feira, o Sindicato da classe (Sindigráficos) acaba de garantir outro acordo avançado. O objetivo foi a questão econômica. O 2º ACT define o reajuste salarial de quase o dobro da inflação anual. Garante também um ganho real bem maior na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O reajuste foi de 17% enquanto a inflação foi 1,83%. E o valor do vale alimentação foi mais superior que o dobro da inflação. Além disso, foi garantido cláusulas de barreiras à aplicação da reforma trabalhista do Temer em relação ao fim da homologação da rescisão de contrato de trabalho no Sindicato e à liberação total do banco de horas. "A homologação continua no Sindigráficos e a empresa continua sendo obrigada a pagar a hora-extra em dinheiro", diz Leandro Rodrigues, presidente do órgão dos gráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região. Com isso, só haverá banco de horas se o sindicato e os trabalhadores quiserem. Se não houvesse o referido ACT, a lei da reforma trabalhista, por sua vez, dava ao patrão a autonomia plena de implantar esse banco. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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