Out 16

Nos dias 7 e 8 de novembro, o STIG Barueri/osasco realizará eleição de renovação da diretoria para os próximos 5 anos. A eleição contará com oito urnas. Uma estará na sede do Sindigráficos, localizada na Rua Firmo de Oliveira, 97, centro de Barueri, das 9h às 17h. As outras sete urnas estarão rodando as principais empresas da base do sindicato, das 6h até meia noite. Contamos com a sua participação!  LEIA MAIS 


FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Out 16

O Sindicato dos Gráficos agradece a presença das centenas de crianças, Trabalhadores e Trabalhadoras que participaram da Festa das Crianças 2018. Nossa gratidão a todos que apoiaram e trabalharam duro para a realização deste evento. LEIA MAIS 


FONTE: STIG GUARULHOS 

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Out 16

Apesar da proposta patronal ruim sobre a nova convenção coletiva de trabalho, apovada pela categoria em assembleia no final do mês, o STIG ABC lembra que continua havendo a oportunidade de melhorá-la junto as empresas de forma individual. Em nota, no site da entidade, explica ainda que ser dirigente em momentos bons é muito fácil e todos se intitulam de dirigentes, porém em momentos difícil como esse, poucos são os que têm a capacidade e responsabilidade para saber fazer o debate com a categoria. O ABC sempre esteve e estará preparado para enfrentar todos os momentos e desafios fazendo o debate de forma coerente em qualquer que seja a circunstância, não temos medo ou receio de enfrentar a realidade ou criticas maldosas dos que são desprovidos de inteligência e sabedoria para enfrentar dificuldades, isso só nos dá à certeza de que, sem luta não haverá conquistas. "Nosso lema é: lutar sempre é nosso papel", finaliza a nota o STIG ABC LEIA MAIS


FONTE: STIG ABC

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Out 16


Uma suposta economia ilusória levou os gráficos do Bragança Jornal a desfiliarem-se e a não contribuírem financeiramente com o Sindicato da categoria (Sindigráficos). E, agora, depois de acreditarem na conversa fiada de que a empresa protegeria seus direitos, ficaram sabendo que a direção do jornal quer reduzir os seus salários a partir do início de 2019. Ao enfraquecerem a entidade de classe, pois nenhum deles fez questão de ajudarem na manutenção do sindicato, o jornal percebeu a fragilidade dos trabalhadores criada pelos mesmos. E, agora, agindo contra a lei, o patrão pressiona para que haja a redução salarial daqui a quatro meses  LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Out 15

Embora a inflação anual esteja em 3,97%, o salário do gráfico não cresce nem metade disso se depender dos donos de jornais e revistas do interior

Nesta quarta-feira (17), a comitiva de Sindicatos de Gráficos (STIGs) do interior paulista onde tem jornais, coordenada pela Federação Estadual da classe (Ftigesp), participa da 2ª mesa de negociação com patronal do segmento. As entidades aguardam uma resposta dos donos dos jornais diferente das expostas na rodada anterior, quando atacaram o salário do trabalhador com uma proposta de reajuste inferior à inflação anual. Eles ainda atacaram vários direitos socioeconômicos da Convenção Coletiva de Trabalho da classe (CCT), como PLR e vale (adiantamento quinzenal). Além da Ftigesp, estiveram presentes na 1ª mesa negocial com o patronal (Sindjore) os Sindicatos de Santos, Campinas, Bauru, Sorocaba e Bauru.

A comitiva de STIGs já adianta que não aceita discutir qualquer proposta salarial que não seja a partir da recomposição diante da inflação anual. Pelo índice do IBGE que calcula no Brasil os preços para o consumidor (INPC), que é usado pelos trabalhadores e patrões como referência nas negociações, a inflação já está em 3,97%. Apesar disso, o patronal só ofereceu 1,5% de aumento salarial, o que representa menos da metade.

Os sindicatos também têm posição contrária em relação a mais pontos levados pelo patronal na 1ª mesa de negociação no último dia 3. "Além da garantia mínima do INPC no reajuste salarial, não faz sentido reduzir o valor do direito dos gráficos à Participação nos Lucros e Resultados (PLR), conforme querem os jornais, mas sim aumentá-lo, ou talvez até manter seu valor em caso de demonstrem enfrentar dificuldades", adianta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp e coordenador da negociação.

A contraproposta das entidades dos trabalhadores rechaçou também o desejo patronal de acabar com o pagamento do adiantamento quinzenal. Os STIGs entendem que o direito deve ser mantido na nova CCT. E em caso de algum jornal demonstrar sérias dificuldades financeiras, que se busque o sindicato da sua região para tentar fazer um acordo específico (ACT) em conformidade com a lei atual. Cada caso é um caso. Não faz sentido flexibilizar os direitos dos gráficos sem tal análise particularizada.

O mesmo entendimento dos STIGs e da Ftigesp se aplica em relação a busca patronal referente a geral flexibilização da jornada de trabalho dos gráficos. "Se hoje existe uma lei trabalhista onde vislumbra a possibilidade de modificações no intervalo intrajornada, por exemplo, desde de que de forma negociada com a representação de classe em conjunto com os trabalhadores, não faz sentido generalizar o caso para todos os jornais, mas debater caso a caso através de ACTs e não pela CCT", frisa Del Roy.

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