Dez 19

O Drº Silvio atende os gráficos toda quarta-feira, das 13h às 17h, na sede do nosso Sindicato: Rua Marcílio Dias, 187, Bairro Pinheiros – (15) 3233-5434/3211-2434

FONTE: STIG SOROCABA 

written by FTIGESP

Dez 18

Até agora, apesar do ano terminar em breve e a data-base da classe ser em 1° de outubro, somente a Folha finalizou a negociação da campanha salarial 2017 dos gráficos de jornais e revistas da capital. A Folha fechou um acordo direto com o STIG Barueri - entidade sindical da cidade onde fica o parque gráfico da empresa. Já o jornal Estadão e a Editora Abril, ambos que pertencem ao mesmo sindicato patronal da Folha e de mais jornais (Sindjore), continuam indefinidos e pode virar o ano sem solução. O novo impasse foi gerado diante da pressão, exercita sobretudo pela Abril, contra pisos salariais, PLR e outros direitos dos gráficos do setor. A Federação Paulista da classe (Ftigesp), órgão incumbido pelo STIG-SP para conduzir as negociações, não abre mão das condições atuais.

"Querem regulamentar na Convenção Coletiva de Trabalho da classe uma parte da absurda lei da reforma trabalhista. Querem a permissão de contratar gráficos na condição de intermitente e parcial, sem que tenham nenhum dos direitos da respectiva convenção. Exigem ainda a saída de profissionais do piso salarial. Retiram funções que abrangem justamente a maioria dos gráficos, criando um novo piso com um valor menor para eles", destaca Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. O patronal que criar um piso de R$ 1.230 para os ajudantes e auxiliares de Remessa ou Acabamento. O valor é inferior ao atual piso (R$ 1.538,56). De acordo com a característica de cada empresa, o dirigente avalia que as exigências vêm da Abril, não sendo justo uma empresa pautar a vida das demais na convenção, a fim de impor prejuízo para todos gráficos.

Assim, se depender da Ftigesp, essa proposta não será aceita por ser injusta e imoral. Tudo aumenta. É só ver o gás de cozinha, gasolina, aluguel, médico. E a campanha salarial é para reajustar a remuneração e não o contrário. O mesmo deve ocorrer com os direitos. Del Roy conta que o patronal absurdamente, com base na lei da reforma trabalhista, válida depois da data-base da categoria, continua querendo tirar direitos da convenção coletiva da classe. A PLR é um dos direitos na mira deles. Impõem novas regras de meta inalcançáveis de modo que a inviabiliza.

"Outro absurdo é exigir na nossa convenção a regulamentação de novos contratos precários da reforma trabalhista. Se a editora Abril ou outra empresa querem partir para esses modalidades inseguras juridicamente, que se arrisquem, pois acionaremos a Justiça, mas jamais daremos aval em uma convenção, que, por sinal, tem data-base anterior a reforma" diz Del Roy. Portanto, o dirigente defende que a convenção seja renovada como está e essas empresas tratem de questões específicas com cada STIG responsável. Possivelmente, a campanha não terminará em 2017.

written by FTIGESP

Dez 15

PLR, cesta básica e todos direitos coletivos foram mantidos, mas, com a reforma trabalhista em vigor, a campanha salarial foi mais difícil e longa

Na última semana, os gráficos de jornais e revistas do interior do estado de São Paulo conquistaram o direito de recompor os seus salários, que estavam sem reajuste há mais de um ano, exatamente há 14 meses. A Federação Paulista da classe (Ftigesp), órgão que reúne os sindicatos da classe (STIGs) no território estadual, a exemplo do STIG da Baixada Santista, conseguiu concluir a dura campanha salarial desde ano, a qual foi marcada por uma intransigência patronal maior que de costume, já em sintonia com o cenário de retrocessos da lei da reforma trabalhista. As empresas já foram comunicadas sobre este novo salário e os direitos garantido, inclusive a Participação nos Lucros e Resultados. Veja AQUI!

"O reajuste foi equivalente à inflação anual com base na data-base da categoria, passada desde 1º de outubro (1,62%)", conta Jorge Caetano, vice-presidente da Ftigesp. Com isso, o menor salário para quem ainda não tem um ano de empresa subiu para R$ 1.219,44 (piso normativo). Já o gráfico a partir de um ano, não pode ganhar menos de R$1.402,36 (piso funcional). O dirigente, que ainda preside o STIG Santos, diz que tal percentual deve ser aplicado também a todas faixas acima dos pisos.

O índice conquistado garante a recuperação das perdas sobre o salário com base na inflação anual, que foi de apenas 1,62%, conforme dados oficiais, medido pelo índice do INPC. "Portanto, embora pareça ser baixo em comparação à última campanha salarial, quando a inflação no Brasil estava nas alturas, o recém conquistado reajuste salarial recupera todas as perdas dos últimos doze meses com referência a 1º de outubro. As diferenças salariais dos meses de outubro, novembro e do 13º salário devem ser quitadas na folha de pagamento do atual mês de dezembro.

Todos os direitos da Convenção Coletiva de Trabalho da classe também foram mantidos, como a Participação dos Lucros e Resultados. A PLR continua. "O benefício financeiro, que representa uma complementação significativa no salário do gráfico, permanece", realça Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Assim, todo jornal e revista do interior deve pagar R$ 840 de PLR anual para seu trabalhador em 2018, sendo dividida em duas parcelas iguais: R$ 420 em fevereiro, e o mesmo valor em agosto. Houve ainda reajuste do direito ao Seguro de Vida (R$34.508) e Auxílio Funeral (R$5.079), além da manutenção de todos os direitos coletivos.

written by FTIGESP

Dez 14

Na próxima quarta-feira (20), todos gráficos de empresas em Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região devem receber a sua 2ª parcela do 13º salário junto ao pagamento do adiantamento quinzenal do salário de dezembro. O prazo está definido pela legislação trabalhista e a convenção coletiva de trabalho da classe (CCT) respectivamente. Uma multa de R$ 52,20 é aplicada por cada dia que a gráfica atrasar o pagamento. O dinheiro é revertido para o próprio funcionário. A multa é lei. Ela consta na CCT. Denuncie ao sindicato da classe (Sindigráficos) se houver irregularidade. Pode ser por fone (11 4492-9020), email (contato@sindigráficos.org) ou ainda pelo site do órgão, clicando AQUI na Linha Direta com o sindicato. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by FTIGESP

Dez 14

Após negociação, STIG Guarulhos consegue fechar campanha salarial em favor dos graficos da Burti e da Orbis. Os trabalhadores conquistaram 3% de reajuste salarial, de forma linear, no piso e tambem no PLR, Alem de garantia total da convenção coletiva de trabalho. A campanha continua nas demais empresas da região. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS 

written by FTIGESP

Ir para página  1 2 3 4 5 6 7 8 9 10  última