Fev 21

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Fev 21
Apesar do medo do desemprego, o maior temor hoje das trabalhadoras da Bentech, em Cajamar, que não aguentam mais tanto assédio moral, é conviver com a sonegação de direitos e perdê-los em caso da extinção da empresa. É comum o atraso salarial e ainda feito de forma parcelada. Também há queixas de ameaças patronal condicionando a produtividade do funcionário para garantir o pagamento dos salários. O FGTS também deixou de ser pago. Denúncias ainda mostram a existência e a operação de outro "barracão" com gráficos subcontratados ilegalmente. Cresce o medo de que a empresa venha a fechar o prédio oficial sem nada pagar. Ações judiciais devem ser feitas imediatamente para buscar garantir os direitos coletivos, se forem confirmadas as queixas. Cada ponto já está sendo apurado pelo Sindicato da categoria (Sindigráficos). A entidade também acionará o Ministério Público do Trabalho para interver no caso. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Fev 21
De outubro a janeiro, o governo Temer gastou R$ 31 bilhões em publicidade. Só para a Band o aumento foi 1.129%. Os Trabalhadores não irão pagar essa conta, aceitando uma reforma trabalhista e da previdência que nos tira direitos. Boa semana Trabalhadores e Trabalhadoras.

FONTE: STIG GUARULHOS

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Fev 20
As sindicalistas mulheres do movimento sindical do setor gráfico paulista começam a organizar as trabalhadoras da classe contra uma proposta do governo Temer que inviabilizará o direito à aposentadoria. A reforma previdenciária impossibilitará o direito porque, por exemplo, qual mulher que, depois de ter trabalhado e pago 30 anos de contribuição ao INSS, conseguirá trabalhar/pagar mais 19 anos para poder se aposentar? Isso é um dos pontos da proposta do Temer, já que deseja elevar de 30 para 49 anos o tempo de contribuição ao INSS para aposentar integralmente.

Os deputados já pretendem votar esta reforma em abril. E o risco de ser aprovada é real, se não houver reação da trabalhadora. Desse modo, o Comitê Feminino do Sindicato da categoria em Jundiaí e Região (STIG), filiado à Federação Estadual (Ftigesp), inicia reação no início de março. "Já estamos convidando as trabalhadoras das gráficas de nossa região para participarem de evento especial no dia 5 de março no sindicato", contam as sindicalistas e integrantes do Comitê, Valéria Siomionatto, Regina Aparecida e Cidinha Reis. A atividade será um café da manhã, a partir das 9h, com a presença do jurista Luis Carlos Laurindo. As propostas da reforma e seus prejuízos às mulheres serão abordados.

"Considerando que as mulheres já trabalham antes e após as atividades profissionais, poucas serão as que conseguirão se aposentar se Temer aumentar o tempo de contribuição para garantir o direito previdenciário", desabafa revoltada Sueli Reis, representante brasileira do setor gráfico no Comitê Regional da UNI Sindicato Global nas Américas. A dirigente pergunta qual profissional gráfica do setor de Acabamento, por exemplo, que conseguirá permanecer e ter saúde neste serviço por 49 anos para poder se aposentar? A maioria já não consegue com os atuais 30 anos!

"Por este e outros pontos que esta reforma previdenciária é bem injusta, sendo assim inconstitucional pois afastará da/o trabalhador(a) o direito de se aposentar no País", diz Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. É de fundamental relevância a classe trabalhadora tomar conhecimento disso para assim iniciar a reação coletiva contra sua nefasta aprovação. O dirigente parabeniza a iniciativa do Comitê Feminino do STIG Jundiaí e aproveita para orientar os demais 18 STIGs no Estado de São Paulo a seguir referida ação de organização e esclarecimento das profissionais.

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Fev 17

Gráficos do Diário de SP fizeram até greve pelo atraso salarial em 2016

Os 90 mil gráficos do Estado devem ficar atento ao dia do pagamento do salário do mês atual. As empresas deverão pagar em alguns dias antes. Isso porque dia 5 de março, data máxima para fazer o pagamento, cairá em um domingo. Quando é um domingo, sábado ou feriado, as gráficas devem pagar no primeiro dia útil anterior. Se não pagar, um adicional de quase R$ 50 deve ser acrescentado junto ao salário. Para não pagar a multa diária por atraso, o salário de fevereiro deve ser feito até 3 de março. O prazo de pagamento e multas está definido na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT AQUI), firmada pela Federação estadual da classe (Ftigesp).

O pagamento do mês de janeiro também devia ser realizado dias antes, já que o dia 5 de fevereiro foi um domingo, devendo, portanto, ser pago até a sexta-feira (3/02). Caso isso não tenha ocorrido e não fora pago a multa por cada dia do atraso salarial, o trabalhador deve denunciar ao seu sindicato (STIG). A entidade poderá exigir o cumprimento da CCT e o pagamento da multa que ficará para o trabalhador. Até ação judicial de cumprimento da lei é possível fazer. O valor atual da multa diária é de R$ 49,57. A partir do salário de março será maior. Subirá para R$ 51,26. A multa também deve ser aplicada para atrasos no 13º salário e no pagamento de férias.

Uma greve inclusive foi realizada ano passado pelos gráficos do Diário de São Paulo, em Jarinu, pelo atraso salarial, onde exigiram a correção e o pagamento da respectiva multa. "À época, o jornal se regularizou e garantiu cumprir os direitos da CCT", diz Leandro Rodrigues, presidente do STIG Jundiaí - órgão responsável pela ação grevista, contando com a participação e o apoio do presidente do STIG Sorocaba, João Ferreira.

O vice-presidente da Ftigesp, Jorge Caetano, aproveita o assunto para alertar os 90 mil gráficos paulistas para só assinarem seus holerites nas datas que o salário for pago efetivamente. O holerite é a prova do atraso ou não do salário. Assim, se assinar que foi pago no dia certo, mesmo sem ter sido, está será a prova legal que o patrão pagou corretamente. "Os holerites assinados com as datas corretas, mostrando inclusive os atrasos, poderão ser utilizadas como provas em ações judiciais", realça.

"Não deixe de denunciar em caso de atraso salarial e não pagamento da multa", frisa Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, lembrando para a categoria defender esses direitos da CCT, sobretudo porque têm sido bastante atacados pelo setor patronal. O dirigente alerta que nas últimas negociações de campanha salarial, os patrões têm pressionado para mudar a data de pagamento para o 5º dia útil e não mais o dia 5. Com isso, demorará mais dias para ser efetuado o pagamento do seu salário.

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