Jan 17

A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo (Ftigesp) parabeniza o vice-presidente da entidade, Jorge Caetano, por seu empenho e trabalho nos últimos 20 anos no comando do destacado Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas (STIG) da Baixada Santista. O dirigente presidiu a entidade em defesa da categoria até o começo deste mês, quando repassou a Presidência para a trabalhadora gráfica Sueli Reis. 

"Chego ao final de mais um mandato a frente da direção do Sindicato que com muito orgulho tive a honra de presidir por quatro mandatos consecutivos, onde com muitas dificuldades eu e toda a minha diretoria procuramos sempre enfrentá-las de frente com muita responsabilidade. É muita responsabilidade dirigir os destinos de uma entidade com a história no movimento sindical que tem o STIG de Santos ao longo de seus 87 anos de fundação. Conquistamos grandes vitórias ao longo desses anos, infelizmente amargamos também algumas derrotas, sendo a mais cruel delas a reforma trabalhista imposta aos trabalhadores por um governo corrupto e compromissado com a classe empresarial. Mas uma coisa é certa, nunca deixamos e jamais deixaremos de lutar em defesa dos direitos dos trabalhadores gráficos. Aproveito a oportunidade para agradecer todo apoio recebido da categoria ao longo desses anos, apoio esse que peço que seja externado para a Companheira Sueli Reis que desde o dia 5 tem a responsabilidade de assumir a Presidência do Sindicato", declarou emocionado Caetano.

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Dez 26

A partir de hoje (26/12/2017) até o próximo dia 16 de janeiro de 2018, o setor de Comunicação da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo (Ftigesp) estará de recesso. Aproveitamos para agradecer toda a grande audiência recebida no decorrer de 2017. Desejamos um FELIZ ANO NOVO. E esperamos contar com a audiência de todos ao longo do próximo ano. Estaremos de volta a partir de 17 de janeiro/2018. Obrigado e até breve!!!

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Dez 22

Confira AQUI  a circular da Ftigesp com as atualizações da Convenção

Nenhum trabalhador da indústria gráfica da maioria do estado de São Paulo pode receber abaixo de R$ 1.566,40. Este é o valor do novo piso normativo da classe, depois de ser conquistada a recomposição salarial, durante a campanha salarial mais longa e difícil das últimas décadas em função da nova lei da reforma trabalhista. Ela fragilizou as negociações, sendo necessária mobilizações nas empresas para evitar o grande mal. A campanha salarial coletiva da classe acabou no início de dezembro, recuperando também as perdas inflacionárias anual no salário do gráfico que ganha piso diferenciado e de todos que recebem até R$ 9.164,60.

O índice conquistado garante a recuperação das perdas sobre o salário com base na inflação anual, que foi de apenas 1,83%, conforme dados oficiais, medido pelo índice do INPC. "Portanto, embora pareça ser baixo em comparação à última campanha salarial, quando a inflação no Brasil estava nas alturas, o recém conquistado reajuste salarial recupera todas as perdas dos últimos doze meses com referência a 1º de novembro", conta Leonardo Del Roy, presidente da Federação paulista da categoria (Ftigesp), que reúne todos sindicatos dos gráficos (STIGs) no estado. O dirigente lembra que a diferente salarial de novembro e do 13º salário devem ser quitadas na folha de pagamento do atual mês de dezembro.

Os direitos convencionados e a própria data-base da classe, que é em 1º novembro, foi duramente atacada pelo sindicato patronal durante toda campanha salarial, a fim de aplicar retrocessos gerais sobre os gráficos. Exigiram a mudança da data-base para o 1º semestre do ano, período anual que apresenta menores produções e empregos nas gráficas, e a menor capacidade de mobilização dos gráficos em prol de seus direitos. Com a mudança na lei, a reforma trabalhista deu o poder ao patronal de exigir absurdos na negociação. "Ameaçou a PLR, exigiu a oficialização do banco de horas e a mudança da data de pagamento salarial. Pois em risco até todos os direitos coletivos, mas resistimos", desabafa Del Roy,

A convenção coletiva de trabalho da classe e os direitos continuam. Tem algumas mudanças, mas foram renovados por mais um ano, sem recuar na data-base de 1º de novembro - referência para garantir novas lutas. A PLR, cesta básica, auxílio-creche e muito mais permanecem válidos. As cláusulas sobre os adicionais noturnos e horas extras superiores à CLT e mais benefícios se mantêm. Contudo, infelizmente, diferente dos anos anteriores, a renovação da convenção não representa a plena proteção aos direitos coletivos, face aos efeitos da nova lei da reforma trabalhista.

A Ftigesp alerta os gráficos para preparem a resistência no seu local de trabalho contra a aplicação da reforma trabalhista por parte da empresa em 2018. Dentre os absurdos, a nova lei permite retirar a homologação da rescisão do contrato do sindicato e até implantar o banco de horas. "Os sindicatos estarão à disposição dos gráficos que queiram resistir", diz Del Roy, Enquanto a classe não conseguir novas cláusulas coletivas para barrar a aplicação desta reforma trabalhista, cada gráfico precisará resistir junto com o seu STIG de forma unificada dentro de cada gráfica.

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Dez 21

Em novo vídeo publicado nesta quarta-feira (20), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Gráficos (STIG) de Guarulhos anuncia que começará o movimento paredista a partir de 8 de janeiro/2018, quando a entidade retornará das férias de final de ano. O dirigente cita inclusive algumas das empresas onde a greve será realizada. O motivo alegado pelo dirigente é porque tais empresas não querer negociar o reajuste salarial e a manutenção dos direitos coletivos da categoria. 

FONTE: STIG GUARULHOS

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Dez 21

Encerrando as mobilizações deste ano contra a proposta de reforma da previdência social que o governo Temer quer enfiar a goela abaixo dos trabalhadores, os Sindicatos de Trabalhadores de Santos fizeram uma mobilização na última terça feira(12) na Praça Mauá para alertar a população de modo geral para pressionar os Deputados Federais aqui de nossa região durante o período de recesso parlamentar para que não votem a favor da proposta de mudança que será encaminhada pelo governo no mês de fevereiro para votação na Câmara dos Deputados. Precisamos fazer pressão, onde os Deputados estiverem, na porta de suas residências, na rua, restaurantes, eventos políticos e até mesmo em seus escritórios políticos, dizendo a eles que se votarem a favor da proposta receberá o troco na próxima eleição, diz Jorge Caetano.

FONTE: STIG SANTOS 

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