Jun 27
A Justiça do Trabalho ainda não julgou a greve dos gráficos da Ultraprint, na capital paulista, que continuam paralisados frente ao não pagamento de vários salários atrasados e outros direitos. Ao invés de regularizar a questão, o Sindicato da classe (STIG/SP) acusa a empresa de contratar freelancers para continuar produzindo durante a noite. A ação aumenta ainda mais a injustiça contra os funcionários que continuam convictos da necessidade de manter a luta em defesa do seus direitos, mesmo com a necessidade que passam enquanto esperam a decisão judicial. A fim de amenizar um pouco essa dificuldade, o STIG/SP e a Força Sindical decidiram entregar na última semana cestas básicas para os gráficos.

"Estamos juntos também nas situações difíceis e continuaremos lutando até que a justiça seja feita", destaca Nildo Tavares, diretor do STIG/SP. O dirigente culpa a empresa pela situação que passa os empregados e repudia a atitude do setor administrativo da Ultraprint que manobra para manter funcionando a produção, mesmo com a greve em julgamento. O sindicalista fala que o fato mostra que há atividade permanente no local, falta apenas vontade para cumprir a lei e pagar os salários e direitos dos seus trabalhadores oficiais, o que amplia a revolta deles e do STIG/SP.

Enquanto a justiça não é feita e a luta dos gráficos continua, o Sindicato realizou uma ação solidária em defesa dos empregados da Ultraprint. O Sindicato e a Força Sindical distribuíram cestas básicas na segunda-feira da última semana. A entrega delas foi realizada de forma simbólica durante manifestação em frente à empresa, que fica no bairro da Mooca. Este ato de protesto e em solidariedade aos trabalhadores contou com a presença do presidente do STIG/SP, Augusto Adriano, e dos dirigentes Nildo Tavares, José Aparecido (Pena), José Alexandre (Gaucho), Carlos Silvério e José Vicente.

Na ocasião, os sindicalistas reafirmam que o problema na Ultraprint não é a falta de serviço, mas é a falta de competência e responsabilidade de quem administra a empresa, que não paga os salários atrasados e os benefícios, mas contrata pessoal free lance para trabalhar na calada da noite durante a greve, abandonando vergonhosamente seus trabalhadores.

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Jun 24

 

Embora há empresas no Estado que negam o enquadramento sindical na condição de gráficas, a atividade que eles desenvolvem são do setor e devem assim ser consideradas. A Classificação Nacional da Atividade Econômica (CNAE) e a Convenção Coletiva de Trabalho dos gráficos (CCT) deixam evidente as atividades gráficas, bem como a relação de atividades do setor e suas etapas e sistemas de impressão correlatas, além de todos segmentos da atividades e dos produtos ligados ao ramo. A Federação dos Trabalhadores da categoria orienta aos sindicatos da classe (STIGs) espalhados pelo Estado para solicitar o enquadramento sindical adequado. A ação evitará que os trabalhadores continuam e ter menores salários e direitos se comparados as regras do setor que estão.

A consultoria especializado da FTIGESP no tema descreve os critérios que identificam o devido enquadramento sindical no segmento gráfico. "É preciso atentar preponderantemente as atividades enquadradas que são atribuídas ao setor, com base na posição do Ministério do Trabalho, com respaldo na CCT assinado pelos órgãos laborais e empresariais do ramo gráfico no Estado", diz Leonardo Del Roy, presidente da FTIGESP.

O dirigente chama a atenção para a questão do sistemas relacionadas à segunda etapa produtiva do setor gráfico, mas conhecido como a área da impressão. Ele conta que existem vários sistema reconhecidos como gráficos e não podem ser desconsiderados. "Além disso, o sindicalista deve observar ainda os segmentos da atividades e dos produtos ligados ao ramo", pontua a consultoria da FTIGESP especializada no assunto, que descreve abaixo cada um dos pontos na hora de saber se a indústria em questão deve ser ou não enquadrada como uma gráfica.

Segmentos da atividade gráfica
São aquelas de setores de Cadernos; Editorial; Embalagens Impressas; Envelopes e Artigos para Correspondência; Etiquetas Adesivas; Etiquetas e Rótulos Impressos; Impressos Fiscais, Formulários Contínuos; Impressos de Segurança; Impressos Promocionais (Comerciais e Transacionais) e Cartões Impressos sobre qualquer substrato, inclusive cartões bancários; Pré-impressão, inclusive clicheria e gravação de cilindros de rotogravura, encavografia para relevo; Pós-impressão (acabamento); Carimbo; Impressão Digital em todas as suas tecnologias, inclusive de dados variáveis e Grandes Formatos.




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Jun 23
De acordo com o Ministério do Trabalho, em abril deste ano, cerca de 39,31 milhões de pessoas estavam trabalhando com a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) assinada no Brasil, um direito de todo cidadão no país, a principal identificação e registro dos serviços profissionais de todo trabalhador.

"É na Carteira de Trabalho que estão anotados funções, cargos, contratos, salários, férias, promoções, entre outros detalhes essenciais da vida do trabalhador. É por isso que a Carteira funciona como um currículo, pois o trabalhador consegue comprovar toda experiência profissional de sua carreira", afirma o presidente do Sindicato dos Gráficos de Barueri, Osasco e Região (Sindigráficos), Álvaro Ferreira da Costa.

Além disso, a CTPS garante ao trabalhador alguns benefícios, como Seguro Desemprego, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Programa de Integração Social (PIS), 13º salário, descanso semanal, além de benefícios previdenciários. "Devido à importância deste documento, o trabalhador deve evitar sua perda ou inutilização. Da mesma forma que o trabalhador tem suas responsabilidades, o empregador também tem, pois tem apenas 48 horas para realizar as anotações na Carteira antes de devolvê-la", completa o presidente.

Sendo assim, manter este documento em dia é essencial ao trabalhador, que pode emitir sua CTPS nas sedes da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, Gerência Regional do Trabalho, Postos de Atendimento ao Trabalhador e Poupatempos, por exemplo.

"O trabalhador que não tiver a Carteira assinada e atualizada pode ter problemas caso sofra um acidente, fique grávida e até mesmo pode ter problemas para receber a aposentadoria. É um direito do trabalhador ser registrado devidamente! O gráfico que estiver tendo problemas com isso, pode procurar nosso Sindicato", finalizou Álvaro.

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by jorge

Jun 23
Os trabalhadores gráficos contam com novo horário de funcionamento do Departamnento Médico e da Secretaria. De segunda à sexta-feira o horário é das 8h às 17h. A mudança ocorreu desde o dia 2 de maio. 

FONTE: STIG SÃO PAULO 

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Jun 23
Novo local, velho problema. Esta situação resume o que vem ocorrendo em três empresas do segmento gráfico do mesmo grupo econômico em Valinhos. A Clicherlux, Magnos Corte e Imagem Cor mudaram de endereço. Todas funcionam agora no mesmo local, mas continuam sem pagar a cesta básica dos gráficos há três meses. Não pagaram a 1ª parcela da Participação dos Lucros e Resultados (PLR), vencida desde 5 de abril. E não depositam o FGTS dos funcionários a mais de um ano. O Sindicato da categoria (Sindigráficos), por sua vez, não tolera o descumprimento das leis trabalhistas. Assim, como acabou de atuar em defesa dos gráficos demitidos deste grupo econômico, garantindo para eles as suas verbas rescisórias negadas e mais salário nominal extra e cestas básicas adicionais, atuará agora em prol dos 90 gráficos que estão na ativa. Tanto é que nesta quarta-feira (22) já se reuniu com a empresa, após exigência dos sindicalistas, que têm se mantido em contato com os funcionários nesse tempo. Sindicalizem-se. E o resultado da reunião será levado pelo Sindicato aos gráficos na porta das empresas, a fim de, juntos, tomarem a decisão das ações a seguir. LEIA AQUI A MATÉRIA COMPLETA

FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by jorge

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