Mai 25
Embora esteja há 50 anos no mercado de papel e papelão ondulados no País, com várias fábricas, a unidade em Araçatuba, no interior de SP, possui uma característica diferenciada. Não há atividades de celulose no local. Nem há fabricação de papel. A matéria prima advém de terceiros. Nesta unidade, realiza-se impressão sofisticada em papelão ondulado, como propagado pela própria publicidade da empresa, conforme revela o Sindicato dos Trabalhadores Gráficas de Araçatuba. O fato demanda que a empresa seja enquadrada sindicalmente como uma gráfica e não no setor de Papel e Papelão. Porém, apesar das evidências, a empresa se recusa. E a única forma de tirar a prova final desta questão, antes do caso ir parar na Justiça, é a empresa permitir sindicalistas e técnicos da Federação estadual dos gráficos (FTIGESP) visitar suas instalações em Araçatuba para observarem os procedimentos e os maquinários à título de verificar se trata-se de uma indústria de papel, ou do setor gráfico.

"Se é uma empresa do segmento de papel e papelão, como alegou os representantes da Rigesa através de carta ao STIG Araçatuba, não vejo problemas dela aceitar a nossa visita às suas instalações", diz Leonardo Del Roy, presidente da FTIGESP. No entanto, o dirigente antecipa que não hesitará de levar o caso à Justiça, apesar de preferir resolver tudo de forma amigável, caso a empresa nem a visita aceite permitir ao local.

A Rigesa, por sua vez, tem uma posição muito claro em relação à sua unidade em Araçatuba. A empresa esclarece que ela "nunca foi ou será uma indústria gráfica". No entanto, o presidente do STIG do local, José Aparecido refuta a afirmação com base na informação contida na própria carta resposta da empresa apresentando as razões de não ser gráfica. "Nela, diz que possui um sistema exclusivo de impressão sofisticadas. E isso é do segmento gráfico", argumenta o sindicalista, explicando que para que esse processo de impressão se concretize é necessário que se utilize das atividades inerentes da indústria gráfica voltadas para a cadeia produtiva de Pré-impressão, Impressão e Acabamento gráficos.

Aparecido e Del Roy frisam a necessidade da empresa permitir a visita do STIG e FTIGESP às instalações especificamente de Araçatuba, a fim de que seja esclarecida esta divergência de pontos de vista. "Não temos interesse em representar atividades que não estão ligadas ao nosso segmento, mas também não pretendemos permitir que outras categorias representem as nossas atividades", alertam os sindicalistas gráficos.

written by jorge

Mai 24
Audiência da gráfica Ultraprint é favorável ao trabalhador. Agora é só esperar a audiência com o ministério público, um passo de cada vez guerreiros o importante é nós mantermos unidos.

POR Nildo Tavares
Fonte: STIG São Paulo

written by jorge

Mai 24
Nos dias 8, 9 e 10 do mês passado, a Associação dos Trabalhadores Aposentados nas Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo (Ataigesp) promoveu para os associados uma excursão à Praia Grande, no litoral paulista com hospedagem na Colônia de Férias do STIG-SP. A iniciativa do Diretor Social, João Sudário, contou com o importante apoio do Barone, Secretário Geral da Ataigesp, para a concretização do evento. A viagem foi tranquila, o tempo colaborou e o atendimento na Colônia foi excelente. Agradecemos à Nininha, administradora da Colônia, a Diretoria do STIG, aos funcionários da Colônia, e por esta foto feita por um deles.

FONTE: ATAIGESP

written by jorge

Mai 24
Nesta semana, o Sindigráficos está realizando uma campanha em sua página no Facebook sobre a licença-paternidade, benefício que sofreu algumas alterações em março deste ano.

A licença-paternidade permite que o trabalhador se ausente do serviço para cuidar do bebê por cinco dias após o nascimento do filho, sem desconto salarial. A mesma regra vale para os pais adotivos desde que a criança tenha até 12 anos completos. Além disso, durante todo o período de licença, o trabalhador não pode exercer outra atividade remunerada, pois o objetivo do benefício é que a criança fique aos cuidados dos pais.

Em 8 de março deste ano, foi sancionada lei que permite que a empresa possa ampliar o prazo da licença-paternidade para 20 dias caso a mesma seja cadastrada no programa Empresa Cidadã.

"Todo trabalhador tem direito à licença-paternidade, assim como as mulheres têm direito à licença-maternidade. Em caso de dúvidas, pedimos aos gráficos que entrem em contato com nosso departamento jurídico ou com nossos diretores", afirma o presidente do Sindigráficos, Álvaro Ferreira da Costa.

O atendimento jurídico do Sindigráficos é realizado em Barueri, nas segundas (13h às 17h), terças (9h às 12), quintas (15h às 18h) e sextas-feiras (9h às 12h), assim como em Osasco, nas quartas-feiras (8h às 12h e 13h às 16h). Para mais informações, o interessado pode ligar para 3685-1946/3685-1627/3699-1555.

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by jorge

Mai 24
Os gráficos da empresa Oceano, em Cajamar, têm de trabalhar todos os sábados. Essa foi a posição do novo gestor de Recursos Humanos da empresa durante a retomada das negociações de um acordo de jornada de trabalho com o sindicato da categoria na Região (Sndigráficos). As conversas anteriores acenavam para o serviço alternado nos sábados. A empresa, por sua vez, recusou todos os encaminhamentos anteriores e disse que o horário de trabalho continua como sempre foi: todo sábado e ponto final. O sindicato criticou o postura da Oceano que não cumpre com as negociações, alertou que nunca há ponto final quando se trata do interesse dos gráficos e levará o caso para o conhecimento de todos. A entidade de classe ainda cobrou a comprovação dos pagamentos da 1ª parcela da Participação dos Lucros e Resultados (PLR), atrasada a mais de um mês, e o pagamento do FGTS, que ouve até parcelamentos dos atrasados junto à Caixa Econômica. O Sindigráficos cobrou também a correção da defasagem no valor do vale-alimentação dos funcionários. LEIA AQUI A MATÉRIA COMPLETA

FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by jorge

Ir para página 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10  última