Mai 29

A cada dia que avança as novas tecnologias no setor gráfico, aumenta a necessidade da qualificação dos profissionais, bem como os desafios da proteção dos trabalhadores por parte do sindicato da categoria (STIG). A fim de garantir a representação legal e a defesa da categoria em geral, o STIG Sorocaba e Região acaba de consolidar a nova carta sindical pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O documento, que costuma ser usado pelo Poder Judiciário como prova em ação de enquadramento sindical, regulariza a representação gráfica, levando em consideração a abrangência e evolução tecnológica do ramo, a exemplo dos segmentos gráficos na Comunicação Visual, Impressão Digital, Dados Variáveis e Embalagens Flexíveis nos diversos suportes. A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) parabeniza o STIG pela necessária proteção à classe.

A carta sindical atualizada consta inclusive a relação completa com os novos dirigentes do sindicato, eleitos no ano passado. "Este documento facilitará a nossa defesa em favor dos gráficos quando é negado para eles o direito de serem gráficos, com salário e direitos respectivos", fala João Ferreira, presidente do STIG. Agora, a entidade terá mais agilidade nos processos judiciais para que possa representar todos da categoria, beneficiando assim os trabalhadores e o movimento sindical nas lutas. O secretário de Comunicação da Ftigesp, Álvaro Ferreira, um dos maiores apoiadores desta direção sindical em Sorocaba, parabeniza pela ação.

Na prática, a carta sindical permitirá que seja legalmente um gráfico o empregado que faz o serviço gráfico, seja em qualquer etapa produtiva (pré-impressão, impressão e acabamento) com qualquer tecnologia e em todos os suportes (papel, plástico, metal e etc.). A carta protege os trabalhadores de não recebem salário e direitos menores quando alguns sindicatos de outras categorias profissionais os enquadram como tais. "Isso costuma ocorrer se as cartas sindicais ainda estão desatualizadas com base em estatutos sociais do sindicato com expressões genéricas para definir a abrangência da representação sindical da classe, como 'gráficos e afins', "oficina gráfica", explica Jorge Caetano, vice-presidente da Ftigesp, parabenizando o STIG pela necessária atualização da carta.

João Ferreira e Ezequias Costa, dirigente do STIG, receberam a nova carta sindical na Gerência Regional do MTE em Sorocaba na terça-feira (16). "Consolidado pelo MTE, o documento demonstra que o gráfico tem que ser representado sindicalmente somente por sua entidade de classe", diz o presidente da Ftigesp, Leonardo Del Roy, comemorando e congratulando o STIG local pela conquista. O dirigente, que preside a Confederação Nacional dos Gráficos, tem estimulado e apoiando todos os STIGs brasileiros para atualizarem as referidas cartas e os estatutos.

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Mai 26

Reforma trabalhista do Temer enterra esses e outros avanços da classe

Nas últimas décadas, desde quando foi criada a Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), aumentou a organização da representação sindical da categoria nas regiões do Estado. E, com isso, ampliou-se a quantidade de direitos para os trabalhadores. Neste período, a força da negociação coletiva obreira junto aos setores patronais só fez crescer os direitos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe, onde a maioria deles é superior aos definidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

De nove cláusulas lá no início, a CCT hoje tem 87, como a cesta básica mensal, Participação nos Lucros e Resultados, (PLR) e muito mais. Tais conquistas resultam da organização e atuação dos atuais 19 Sindicatos dos gráficos (STIGs) distribuídos pelo Estado e vinculados à Ftigesp. O problema é que a reforma trabalhista do Temer, que avança no Senado, isola os STIGs na proteção dos gráficos e extingue a aplicação da CCT.

A Federação da classe alerta para o desmonte dessas conquistas se a reforma trabalhista for aprovada no Senado. A entidade classista convoca os STIGs e toda a categoria para participarem das mobilizações contra este projeto que muda a legislação contra os gráficos e demais profissional em favor do patrão que gastará menos com a mão de obra.

A Ftigesp ainda chama atenção dos trabalhadores para rejeitarem as campanhas midiáticas e governamental contra os sindicatos no Brasil, visto que, somente por conta deles, por exemplo, que houve tamanho avanço nos direitos dos gráficos paulistas ao longo do tempo. "Isolar nossos STIGs, ou acabar a contribuição sindical para mantê-los, reduz o poder financeiro da entidade para continuar defendendo a classe", realça Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, que atua no órgão deste 1979.

A reforma do Temer não só ataca a contribuição sindical, mas sobretudo os direitos da CCT e a proteção dos trabalhadores através das entidades de categoria. "Nenhum dos 87 direitos da convenção será mais aplicado aos gráficos, porque, como define a reforma, podem ser transformados em terceirizados, ou por contratos temporários, parciais e intermitentes", pontua Del Roy. A classe trabalhadora precisa reagir ao grande ataque.

A Ftigesp também está se mobilizando junto ao Senado. O órgão acaba de enviar para vários senadores a reivindicação de que seja suspensa a tramitação desta reforma trabalhista, ou então modifique os dispositivos para preservar os direitos sindicais e trabalhistas dos gráficos paulistas. "Pedimos que parem com isso. E que criem condições para a classe trabalhadora e suas entidades representativas não sejam alijadas do processo negocial e de proteção da classe e seus direitos ", diz Del Roy.

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Mai 25

Várias entidades dos gráficos ligadas à confederação nacional da classe exigirão ainda eleições diretas durante marcha hoje na capital do Brasil

Na última semana, acabou as dúvidas sobre quem comanda o país. Os áudios divulgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) entre o dono da JBS e o presidente Temer, este que defende o desmonte das leis da aposentadoria e do trabalho em favor dos empresários, expõem tudo. Foram vários crimes praticados pelo presidente, conforme denuncia da Procuradoria Geral da República (PGR). E Temer responderá inquérito no STF por corrupção passiva, obstrução à investigação de organização criminosa e a participação em organização criminosa. A Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig) exige a renúncia do Temer e eleições diretas imediatas, visto a suspeita também sobre os congressistas para escolher o novo presidente através de eleições indiretas. Dezenas deles já são investigados por vários crimes. Diversos sindicatos da categoria ligados à Conatig já estão inclusive hoje em Brasília para exigir também a retirada das reformas previdenciária e trabalhista, concebida pelo atual presidente do país, este que é suspeito até mesmo de crime organizado."O povo precisa continuar indo às ruas e ampliar suas mobilizações pela saída do Temer e por eleições diretas imediatamente. E ainda pelo fim das reformas trabalhista e previdenciária no Congresso Nacional", frisa Jorge Caetano, secretário-geral da Conatig, presente na marcha no DF. LEIA MAIS 

FONTE: CONATIG 

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Mai 25

Depois do que demonstrou a JBS à nação brasileira sobre os crimes de Temer, indiciado por organização criminosa pelo STF, caiu a máscara deste governo, pautado por políticas para o atendimento só da parcela patronal em detrimento do trabalhador. Por isso que amanhã a OAB pedirá o impeachment dele. Mas, pouco adianta a sua saída por impeachment (mais demorado), pelo julgamento do TSE por ilícitos na eleição (prazo médio) ou por renúncia (rápida) se a escolha do novo presidente for feita pelos mesmos congressistas, onde dezenas deles são investigados por crimes e receberam inclusive propina pela própria JBS, como delatado. O fato é que se a escolha para o novo presidente não for democrática pelo voto do povo, o pais continuará sendo gerido pelos mesmos grupos empresariais que representam no Congresso os interesses de poucos. Estes políticos farão tudo para manter as reformas do Temer, garantindo os objetivos iniciais dele para privilegiar bancos e patrões às custas da exclusão de direitos trabalhistas e o limite da aposentadoria e pensões. Do que adianta a saída do Temer para tirar o povo das eleições do novo presidente e manter as mesmas reformas antipovo e antitrabalhador? LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Mai 25

Gráficos de Sorocaba no Ocupa Brasília! #NenhumDireitoaMenos #ContraasReformas #DiretasJá #ALutaContinua

FONTE: STIG SOROCABA

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