Jul 15

Francisco Campelo substituirá Isaías Karrara na presidência da entidade

No começo do mês, os gráficos do Grande ABCD paulista foram as urnas escolher a nova direção do Sindicato da categoria (STIG). A eleição, que foi realizada nos últimos dias 3 e 4, contou com uma grande participação dos trabalhadores sindicados da entidade. O processo se deu por chapa única, encabeçada por Francisco Campelo com apoio do então presidente do sindicato, Isaías Karrara, que será o novo tesoureiro no novo mandato. A chapa foi eleita e teve 96% de aprovação dos participantes no processo.

Diferente das eleições anteriores onde houve votos nulos, dessa vez nada disso, mesmo com uma participação maciça de trabalhadores. "A classe atendeu o nosso chamado de ir urnas em defesa da unidade dos gráficos e continuidade da luta para não sucumbir diante do desejo e poder do governo e do capital", pontuou Karrara no dia seguinte à eleição durante a apuração e anúncio do resultado do processo, na sede do Sindicato.

Para todos integrantes da chapa União e Continuidade na Luta, grandes desafios serão enfrentados após o processo eleitoral e posso da diretoria à frente do STIG. Dente eles, a luta para tentar brecar a retirada do direito à aposentadoria dos trabalhadores com a reforma da Previdência, está já aprovada no 1º turno na Câmara Federal e que voltará a ser apreciada no mês de agosto, seguindo depois para votação no Senado. Mas também um intenso combate para a manutenção dos direitos trabalhistas e conquistas históricas da classe. E ainda a luta pela garantia das políticas públicas em Educação, Saúde e todos outras, bem como a defesa pela volta do emprego e renda através do desenvolvimento socioeconômico.

A chapa eleita majoritariamente pela categoria no berço do movimento sindical brasileiro, manteve a maioria dos antigos dirigentes do STIG ABC. Apesar disso, teve uma renovação considerável de 25% de seus quadros. Além de Francisco (da gráfica EFD) e Karrara, a diretoria eleita conta com Vladimir Fernandes (Gráfica Sta Maria), Marcos Passos (Gráfica Macron), Gilmar de Deus (Valid), Guilherme Cruz (Bemis), João Costa (Nipel), Luiz Campos (Ycar/Lusoart), Edson Gomes (Geográfica), Anderson Batista (gráfica Macron) e com José Farias da Silva (gráfica Thomas Greg Sons).

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), órgão que o STIG e filiado desde a sua fundação, parabeniza a nova direção da entidade sindical e ao novo presidente. Leonardo Del Roy, líder da Ftigesp, aproveita para repudiar o ataque de 379 deputados federais à aposentadoria da classe trabalhadora através da aprovação da reforma previdenciária. "Não só a reforma, mas uma gama de ações com o apoio do Congresso Nacional que tem apostado na retirada de mais direitos trabalhistas e sindicais no Brasil", destaca. Portanto, realça o dirigente, o único caminho que resta é continuar fazendo a luta contra o fim dos direitos dos trabalhadores e contra o enfraquecimento dos sindicatos que fazem esse enfrentamento.

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Jul 12

Em conversa com o juiz do caso, o advogado do STIG Barueri/Osasco, Raphael Maia, falou sobre uma petição enviada para o magistrado onde busca a chancela judicial para que o administrador do processo agilize a habilitação coletiva dos trabalhadores como credores da massa falida. No encontro, que contou com a presença do presidente do sindicato, Joaquim Oliveira, junto com o presidente da Ftigesp, Leonardo Del Roy, o juiz Fernando Dominguez Guiguet Leal garantiu que fará tal solicitação

Em um processo de falência judicial, os trabalhadores ou quaisquer outros que a empresa deva, só recebem após o administrador judicial os incluírem enquanto credores dos bens (em geral) que restam. Porém, mesmo após três meses da controversa autofalência das três unidades brasileiras da gráfica multinacional RR Donnelley (DDR), nenhuma das habilitações dos 960 trabalhadores foram feitas como credores a receberem algo. O caso foi questionado por Raphael Maia para o juiz do caso, Fernando Dominguez Guiguet Leal. Uma petição foi protocolada. O jurista estava acompanhado pelo presidente do Sindicato dos Gráficos (STIG) de Barueri/Osasco, Joaquim Oliveira, juntamente com Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe (Ftigesp) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria Gráfica (Conatig)

Na ocasião da reunião com juiz há poucos dias, a comitiva das entidades sindicais teve a oportunidade de informá-lo que o administrador judicial do caso ainda não havia habilitado o conjunto dos trabalhadores, os quais não receberam as suas verbas rescisórias e nem multa de 40% do FGTS. "O magistrado nos informou que é um dever legal do administrar habitar a todos e que iria então despachar nossa petição para o responsável pela habilitação coletiva de todos os gráficos, cobrando a data para tal feito", informa o advogado do STIG Barueri/Osasco, região mais afetada com o fechamento de duas das três unidades da empresa dos EUA. 800 gráficos foram demitidos das plantas dessas duas cidades e 160 de Blumenau/SC.

Na oportunidade, o magistrado também reconheceu que o melhor nestes casos é a habilitação de forma coletiva e não individual, conforme mostrou as entidades sindicais presentes. "A habilitação individual, mesmo com a preocupação com as verbas incontroversas e os 40% da multa do FGTS, pode vir a dificultar ainda mais o recebimento no futuro. Portanto, o ideal é que os empregados sejam habilitados pelo administrar judicial de forma coletiva, conforme o reconhecimento do próprio juiz do caso", diz Del Roy.

O dirigente aproveitou para dizer ao juiz que há dinheiro na conta da RRD desde o pedido da autofalência, e com entradas mesmo depois. Portanto, com a habilitação imediata, este dinheiro deveria ser usado para começar o pagamento do passivo trabalhista, que tem prioridade por ser natureza alimentar. "Estamos em contato direto com os gráficos através de nossas comunicações, pois não os abandonaremos. Nosso interesse é defende-los sempre, sejam desempregados ou não", completou Joaquim Oliveira.

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Jul 11

"Tudo indica que a famigerada reforma da previdência será aprovada, e quero deixar aqui meu repudio e apontar algumas curiosidades", diz Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos: 1- se a reforma é necessária porque alguns grupo saíram dela?; 2- se tem deficit porque as petroleiras receberam isenção fiscal da ordem de um trilhão de reais, mais do que a reforma deve retirar dos mais pobres?; 3- porque não se taxa a grande fortuna e assim arrecada mais para pagar as contas do governo? (somente Brasil e Letônia) não cobram. LEIA MAIS


FONTE: STIG SANTOS

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Jul 11

A Federação dos Trabalhadores da Indústria Gráfica, da Comunicação Gráfica e dos Serviços Gráficos do Estado de São Paulo, que durante muitos anos coordena o processo de Negociação Salarial em conjunto com nossos Sindicatos Gráficos, vem por meio desta Carta Aberta dirigir-se a você Companheiro Gráfico, para fazer um alerta sobre o cenário político e das empresas que tem flexibilizado os seus direitos com a Reforma Trabalhista e da atual MP corroborando também com o posicionamento Patronal que tem sistematicamente orientado as empresas para não descontarem dos trabalhadores gráficos as suas Contribuições Sindicais e Associativas desta forma procuram estabelecer dificuldades de participarem dos nossos respectivos Sindicatos; LEIA MAIS


FONTE: STIG TAUBATÉ

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Jul 11

Na manhã do próximo domingo (14), depois da assembleia da categoria para definição da pauta de reivindicação do reajuste salarial e novo valor da PLR, os trabalhadores gráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região participam do tradicional torneio de Trunco e Dominó na sede regional do Sindigráficos em Jundiaí. As duplas interessadas em participarem devem se inscrever durante esta semana. Os vencedores receberão premiações. A competição é exclusiva para associados. Já a assembleia é aberta para os trabalhadores sindicalizados e não filiados à entidade da categoria, já que é de interesse e responsabilidade de todos construírem a campanha salarial onde possa garantir melhores resultados. Este ano, pela 1ª vez, o processo de negociação com o patronal começará mais cedo em função da nova data-base classe no estado, antecipando o reajuste deste ano. A data-base deixa de ser em 1º de novembro e passa para 1º de setembro. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by FTIGESP

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