Nov 19

Ftigesp e sindicatos recompõem salários e mantêm direitos da categoria

A partir deste mês, haverá aumento de 4% no salário dos trabalhadores nas indústrias gráficas da maioria do estado de São Paulo. A exceção fica nas regiões do ABC paulista, Baixada Santista e na cidade de Campinas, que negociam diretamente com o sindicato patronal dessas localidades. Portanto, o reajuste de 4% é direcionado para a grande maioria da classe paulista que recebe até R$ 9.531,20. Dessa forma, o piso normativo subiu para R$ 1.630,20 e o valor da hora de trabalho dos gráficos é de R$ 7,41. Portanto, a partir da negociação coletiva liderada pela Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), todas as gráficas das regiões abrangidas na nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) devem garantir tais valores agora na folha de pagamento de novembro, a serem pagos no próximo dia 5.

Quem recebe acima de R$ 9.531,20, será contemplado com o acréscimo de um valor fixo de R$ 381,25. Os profissionais aprendizes, independente de serem do Senai ou de outras escolas técnicas na área gráfica, também estão contemplados na CCT. O salário será atrelado proporcionalmente ao piso normativo. O aprendiz com até um ano na empresa deve receber 50% do referido piso. A partir de um ano, a remuneração sobe para 75%.

Além da recuperação das perdas salarias diante da inflação anual para a classe, a Ftigesp, em conjunto com os sindicatos das regiões envolvidas, garantiu a renovação completa dos direitos sociais e econômicos da CCT. Dentre os financeiros, destacam-se o valor da hora-extra superior ao das leis gerais do trabalho (CLT). Enquanto a CLT define o percentual de 50%, a convenção dos gráficos garante 65% se o serviço adicional for realizado de segunda à sábado, e 100% se feito no descanso semanal remunerado e feriado. O adicional noturno (35%) do gráfico também supera a CLT (20%). A cesta básica mensal com a lista de produtos alimentícios predeterminados pela convenção também continua obrigatória nas gráficas, bem como a opção da gráfica optar por um vale-compra no valor equivalente para comprar os itens alimentícios nos mercados comerciais.

O bônus financeiro anual além do 13º salário também continua presente. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) está garantida em qualquer gráfica, independente do tamanho ou do tamanho do lucro ou não. Todos gráficos têm direito a receber PLR. O valor varia de acordo com o número de funcionários na empresa no ano anterior ao pagamento do benefício. Sempre pago em duas parcelas iguais, o valor total da PLR varia de R$ 605,72 a R$ 890,80, tendo faixas médias de R$ 659,20 e de R$ 766,06.

Aos trabalhadores nas empresas de reprodução reprografia, o salário teve aumento também. A menor remuneração, chamada de piso diferenciado, subiu para R$ 1.342. Com isso, estão beneficiados, por exemplo, gráficos que atuam em copiadores e afins. A nova CCT valerá até agosto de 2020. Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, destaca ainda todas questões sociais e socioeconômicas garantidas na convenção até 31 de agosto de 2020, sendo possível ainda melhorar as cláusulas econômicas já em agosto do próximo anos.

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Nov 16

Presidente do STIG agiu para fechar Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)

No mês passado, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de Marília e região atuou para garantir a renovação do ACT onde regula o pagamento de um bônus financeiro (PPR) para os funcionários da Valid por mais um ano. O benefício, que engloba todos os funcionários gráficos terceirizados que atuam nas unidades do Poupa Tempo e todas cidades onde tem Ciretrans (órgãos do Detran/SP) na região, garantirá um salário normativo adicional para todos, considerado como um tipo de 14º salário.

"O valor acordado é superior à maior faixa da PLR posto pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria em todo o estado de São Paulo", comenta José Souza, presidente do STIG Marília. O pagamento da PPR 2018 para os gráficos da Valid, empresa que terceiriza a mão de obra no Poupa Tempo e Ciretrans para produzir carteiras de habilitação, RG e etc, será paga em março de 2019. Caso as metas não sejam atingidas pelos gráficos, ainda assim, a Valid terá de pagar a PLR no valor da convenção.

Na região de Marília, o ACT beneficia 34 gráficos da Valid distribuídos nas unidades do Poupa Tempo e Ciretrans. Apesar da PPR garantida outra vez, os trabalhadores ainda não se sindicalizaram para fortalecer o STIG. Souza, que participou ativamente para a renovação do benefício, apela a todos que não virem as costas para a entidade sindical, única responsável pela garantia deste 14º salário e a proteção em geral dos trabalhadores. Sem o sindicato, o empregado fica fragilizada e o patrão mais fortalecido.

O sindicalista aproveita ainda para agradecer a Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG Marília e os demais sindicatos da classe no estado são filiados. Embora o STIG negociou diretamente com a comissão de trabalhadores e líderes da Valid na referida região, a negociação deste benefício financeiro (PPR) resulta de uma negociação estadual, intermediada pela Ftigesp, presidente por Leonardo Del Roy.

written by FTIGESP

Nov 14

Após a 1ª assembleia de credores da Recuperação Judicial (RJ), editora apresenta plano onde inclui pagamento das dívidas trabalhistas com 1,5 mil demitidos ao invés de pagá-las logo, como reivindicam os sindicatos

No último mês, entre protestos dos demitidos na frente de um hotel onde houve a 1ª assembleia de credores da RJ da Abril que definiu as questões do processo, ocorrida dias antes da divulgação do plano da editora cujo vinculou o pagamento de R$ 110 milhões em dívidas trabalhistas à sua recuperação empresarial ao invés de pagar imediatamente, a Federação Paulista da classe (Ftigesp) já alertava para a necessidade dos demitidos continuarem fazendo pressão para recebem efetivamente. Em paralelo aos planos da RJ, Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, reafirma que é preciso a ação sindical e mobilização dos demitidos além da luta judicial.

Se necessário, ele já defendia no protesto, uma paralisação na empresa, uma vez que a Abril continua produzindo, como se não tivesse obrigação com os 800 trabalhadores demitidos em agosto, e mais 700 meses antes. "É preciso continuarmos e até ampliarmos a pressão sobre a editora, e, quando tivermos condições, mobilizarmos os trabalhadores a cruzarem os braços. Será preciso criarmos vários mecanismos de pressão até que a empresa pague tudo que deve aos gráficos, jornalistas, administrativos e distribuidores", dizia Del Roy no ato em frente ao referido hotel Pestana.

No geral, o movimento dos trabalhadores demitidos exige o pagamento das verbas rescisórias e mais a multa de 40% do FGTS, valores inclusos no plano de RJ da empresa, e não pagos imediatamente como exigidos. Uma carta dos demitidos foi inclusive entregue aos credores da Abril na assembleia no hotel Pestana, reforçando a reivindicação do pagamento. A carta aberta lembra aos irmãos Cívita, donos da editora, que a dívida trabalhista é verba alimentar, devendo, portanto, ser paga imediatamente.

"O total dos valores devidos pela Editora Abril nessa recuperação judicial soma 1,6 bilhão de reais. A dívida trabalhista, incluindo os valores devidos aos freelancers, fica abaixo dos 100 milhões de reais, ou seja, pouco mais de 6% do total. Nesta difícil situação que vivemos com a recuperação judicial da Abril, o grave aspecto social pode e deve ser mitigado o quanto antes pelo pagamento integral da dívida trabalhista, incluindo-se nisso demitidos e freelancers. Os Civita podem e devem pagá-la o mais rápido, sub-rogando a dívida dos trabalhadores. A superação da crise que atinge a empresa exige essa medida, e o quanto antes, melhor", pontuam os sindicatos dos Gráficos, Jornalistas, Administrativos e Distribuidores.

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Nov 13

Ministério do trabalho não é gerador de empregos, é um fiscalizador das garantias fundamentais do trabalhador, FGTS, PIS PASEP , o abono salarial, licença maternidade readaptação funcional, horas extras pagas ou banco de horas , combate a exploração e trabalho escravo ou relações abusivas, norteia os ajuizamentos trabalhistas dando -lhes amparo , subsídios legais , isso vai gerar subempregos LEIA MAIS 


FONTE: STIG GUARULHOS 

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Nov 13

Presidente do STIG Marília Souza, esteve em mais uma Reunião junto ao Conselho do INSS no dia 31/10/2018. LEIA MAIS 


FONTE: STIG MARILIA 

written by FTIGESP

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